Tag Archives: vinho tinto

15jun/15
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Super Adega Experience Evento

Super Adega Experience Evento LOCAL – Pontão do Lago Sul DATA – 24 e 25 de junho HORÁRIO – 10h VALOR – R$ 200,00 CONTATO – www.superadega.com.br Estrutura: Estrutura coberta com climatização e estacionamento Degustação: Vinhos, espumantes, uísques e cervejas Entrada: O ingresso é individual e válido para um dia Crédito em Compras: O valor do ingresso de R$ 200,00 será convertido em créditos para […]

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11jun/15
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Isso sim é o que podemos chamar de "unificação italiana": Gran Sasso TRE Autoctoni

No rótulo a indicação das três regiões de origem utilizadas na elaboração do corte.

No dia de nosso 12º aniversário de casamento resolvemos abrir um vinho especial. Eram muitos, felizmente, na adega e resolvemos experimentar esse tinto italiano que estava guardado há algum tempo, talvez dois anos ou algo bem próximo a isso.
É um vinho com algumas curiosidades em torno de sua elaboração, principalmente porque o corte de três variedadesutiliza uvas de regiões diferentes da Itália,simbolizando as uvas autóctones (nativas), tão importantes na vitivinicultura europeia. Por isso a brincadeira com a “unificação italiana”, que foi finalizada em 1870 com a anexação de Roma.
A vinificação é feita em separado e depois o corte é realizado. De Abruzzo vem a montepulciano, da Puglia utilizaram a primitivoe da Sicilia a nerello marcalese, todas nativas e com características próprias que mesmo em assemblage não desapareceram. Talvez porque o vinho não teve passagem por madeira e foi vinificado e amadurecido em tanques de aço inox essas características ficaram mais nítidas, mais francas.

A elaboração fica por conta da Farnesi Vini, que não revela o percentual de cada uva no vinho, nem a safra em que foram colhidas, deixando tudo ainda mais interessante.

O resultado é um vinho estruturado, interessante em aromas e sabores. De coloração púrpura, denso, tem aromas em boa intensidade: frutos negros, ameixa, flores, tostado e chocolate.

Tem bom corpo, maduro, frutos marcando grande presença, notas adocicadas, chocolate amargo, boa acidez e um tostado elegante, mesmo sem barricas de carvalho. Taninos bem presentes, ainda com leve rascância, caminhando para amaciarem nos próximos 2-3 anos. Final de ótima persistência, marcado por frutos negros, tostado e chocolate amargo formando um conjunto interessante e diferente.



Harmonização:As notas adocicadas deixam o vinho fácil de beber, com a acidez ajudando a formar um conjunto que não é enjoativo, permitindo o vinho acompanhar uma imensa gama de pratos. Mas, no dia em que abrimos o vinho imaginamos algo tipicamente italiano, então nada mais apropriado (e fácil de fazer) do que uma massa com molho vermelho e polpettas, imaginando que a acidez do vinho, algo bem natural nos italianos, daria conta do recado. E deu! Outras opções com carnes vermelhas também serão uma boa pedida.
Detalhes da compra:
Recebi esse vinho da Assessoria de Comunicação da importadora La Pastina e à época o vinho era vendido na faixa dos R$ 168,00.

Saúde a todos!

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31mai/15
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Hess, Robert Mondavi e Opus One: visita a famosas vinícolas do Napa Valley

Visitar o Napa Valley é sempre uma surpresa agradável. Também pudera, são mais de 400 vinícolas localizadas nessa belíssima região que fica a pouco mais de uma hora e meia de carro de San Francisco (CA). Os vinhedos ocupam quase toda a extensão do Napa – Muitos deles ficam situados à oeste ( próximos às […]

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24mai/15
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Provamos o elegante Salton Desejo Merlot 2008

No dia 28 de abril foi realizada mais uma edição do Winebar, degustação virtual que acontece via Youtube e recebi três vinhos da tradicional Vinícola Salton para participar do evento. Infelizmente, em razão de atropelos da vida pessoal, não consegui participar ao vivo, mas os comentários sobre minhas impressões estarão aqui aos poucos.
Esse vinho já é um clássico brasileiro. Um 100% Merlot que está entre os tops da vinícola e que é sinônimo da alta qualidade que essa uva pode alcançar no Vale dos Vinhedos. Além disso, é um vinho com um bom preço e que entrega um resultado justíssimo pelo que se paga. Uma das boas compras, sem dúvida, dentre os tintos do Brasil.
Em sua elaboração o enólogo Lucindo Copat utiliza barricas novas de carvalho, numa composição de 50% francês e 50% norte-americano, onde o vinho permanece por 12 meses. Depois de engarrafado ainda amadurece por, no mínimo, 12 meses nas caves da vinícola, adquirindo complexidade.
O vinho tem coloração púrpura. Aromas em boa intensidade, elegantes, lembrando frutos negros, amoras e uma madeira muito bem integrada, com seus toques de chocolate, tabaco e café. Na boca é muito equilibrado e sem qualquer desequilíbrio. Macio, com taninos redondos e boa acidez.
Estilo elegante que lembra um Bordeaux e por isso tem vocação gastronômica. Final persistente, prazeroso, marcado pela fruta em bom conjunto com as notas da madeira.
Se você gosta de vinhos muito frutados, com notas adocicadas e madeira abundante… esse não é pra você. Mas, se gosta do equilíbrio e da elegância, provavelmente irá gostar.
Já está com 7 anos de idade e me parece em ótimo momento para ser aberto agora. Ideal para acompanhar queijos maduros, carnes vermelhas e massas com molhos mais estruturados.
Detalhes da compra:
Recebi o vinho para degustar na edição do Winebar, mas na loja virtual da vinícola é vendido por R$66 (veja aqui).
Saúde a todos!

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Provamos o elegante Salton Desejo Merlot 2008

20mai/15
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Para quem gosta da Tempranillo (ou Tinta de Toro, como queiram): Frontaura Dominio de Valdelacasa Cosecha 2009

Vinhos espanhóis andaram sumidos aqui do blog. Sem nenhuma razão aparente, mas o fato é que o último tinto foi publicado em julho do ano passado (relembre). Então, esse 100% Tinta de Toro, nome pelo qual a Tempranillo é conhecida na região de Toro, foi uma excelente oportunidade para reparar essa ausência de quase um ano.

Toro é uma Denominação de Origem localizada na província de Zamora e faz parte de uma imensa região vinícola, Castilla y León. Banhada pelo rio Duero, foi criada em 1987 e dados de 2010 revelam a existência de 1.312 viticultores na região.

O vinho é elaborado pela Bodegas Frontaura, que possui 120 hectares dedicados à variedade mais importante da região e a partir da qual elabora quatro vinhos com diferentes passagens por barricas de carvalho francês: Cosecha (6 meses), Crianza (12 meses), Reserva (18 meses) e Selección Especial (20 meses e elaborado a partir de videiras centenárias. Possui no portfólio um vinho branco com a uva Verdejo, que passa 7 meses em carvalho.

Vamos ao vinho de hoje, que como dito acima, tem passagem de 6 meses por barricas de carvalho francês e 13,5% de álcool.

Na taça tem coloração púrpura. Aromas em ótima intensidade: especiarias, madeira, menta, frutos vermelhos e negros, algum tostado e café. Maduro e com alguma complexidade.

Em boca tem bom corpo, volumoso, apresenta madeira bem presente, com destaque para baunilha e notas de coco. Fruta madura também presente, fazendo bom conjunto com a madeira. Sem rusticidade, com taninos macios e aveludados, é daqueles vinhos que agradam com facilidade, sem qualquer agressividade. Acidez mediana e leve presença alcoólica no nariz. Final longo, repetindo tudo, fruta, tabaco e aparecendo algumas notas minerais.

Vinho que está pronto para beber agora, aos seis anos de idade. É daqueles vinhos que vão bem como aperitivo, já que é muito dócil e maduro, mas pode acompanhar comida, desde que não tenha grande acidez. As sugestões do importador são interessantes: filé ao molho de ervas e risoto de presunto parma com brie.

Detalhes da compra:

É importado pela Domno e pode ser encontrado na faixa dos R$ 110-120.

Saúde a todos!

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Para quem gosta da Tempranillo (ou Tinta de Toro, como queiram): Frontaura Dominio de Valdelacasa Cosecha 2009

11mai/15
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A ótima experiência de provar o Pizzato Reserva Cabernet Sauvignon 2005 #desapego

Já que elegi o ano de 2015 como o ano do desapego, de abrir nossos vinhos brasileiros de safras 2005 ou anteriores, temos que dar continuidade à árdua tarefa de apreciar esses caldos que guardamos por tantos anos, com tanto carinho.
O vinho da vez é um cabernet sauvigon da ótima vinícola Pizzato, cuja história familiar e, claro, seus vinhos, tem meu inteiro respeito. Vale a pena relembrar a entrevista que fiz com o Flávio Pizzato, enólogo chefe da vinícola, em fevereiro de 2013 (clique aqui e assista).
Sempre que for ao Vale dos Vinhedos não deixe de visitar a vinícola, que tem ótimos programas para receber os turistas e, quem sabe, você não dá a sorte de esbarrar com alguém da família para deixar a visita ainda melhor?
Quanto a esse vinho, adquirido há alguns anos e guardado em adega climatizada, tem coloração púrpura, denso, sem notas de evolução que poderiam caracterizar um vinho de 10 anos de idade. Lágrimas grossas e rápidas na parede da taça.
Os aromas apresentaram ótima intensidade, com destaque para frutos vermelhos maduros, acompanhados de algo vegetal lembrando musgo, especiarias e terra úmida. Boa complexidade e nenhum defeito ou aroma desagradável, mesmo sem decantar.

Na boca tem corpo médio, incrivelmente vivo e equilibrado. Muita fruta vermelha, boa acidez, taninos finos e elegantes. Madeira muito bem integrada, sem atropelar a fruta. Álcool a 13,3% em equilíbrio. Final longo, prazeroso, dando vontade de experimentar mais um gole. Fruta e especiarias dividindo a atenção e formando belo conjunto.
O mais surpreendente é que o vinho passaria por outro mais jovem, porque está muito equilibrado, mantendo boa fruta, frescor e estrutura para aguentar mais um tempo de guarda e ainda evoluir. Um senhor vinho brasileiro de 10 anos de idade.

Detalhes da compra:
Não me recordo o quanto paguei por esse vinho à época da compra, mas a safra atual é vendida em lojas virtuais na faixa dos R$56, o que considero um valor excelente para um vinho que suportou tão bem os dez anos de guarda. Compraria mais garrafas, se as encontrasse por aí…

Saúde a todos!

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A ótima experiência de provar o Pizzato Reserva Cabernet Sauvignon 2005 #desapego

21abr/15
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Californian Wine Apellation Specialist (CWAS). Resolvi encarar. Que tal tentar também?

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Além de estudar inglês, resolvi encarar o desafio de estudar vinhos aqui na Califórnia também. Depois de pesquisar vários cursos por aqui, encontrei um muito interessante cuja proposta se encaixou perfeitamente no meu objetivo de aprender sobre os vinhos californianos. Trata-se do Californian Wine Apellation Specialist – CWAS®, desenvolvido e ministrado pelo master sommelier David Glancy e […]

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17abr/15
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Clos du Val: turismo, história e deliciosos Cabernets do Napa

Com Rosy Galanti, Coordenadora de Hospitalidade e Merchandising da vinícola

“Clos du Val” é uma importante vinícola situada na pequena e nobre  Stags Leap  – uma das 16 áreas vinícolas (AVA) do Napa. A região de clima moderado e solos vulcânicos e argilosos é reconhecida mundialmente pela produção de grandes Cabernets Sauvignons. O nome desta vinícola criada em 1972 quer dizer literalmente “pequeno vinhedo em um […]

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10abr/15
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Brasileiro, vivo, maduro e elegante: Casa Valduga Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2004 #desapego

Temos em casa uma quantidade considerável de vinhos brasileiros antigos, devidamente climatizados, esperando para serem abertos agora em 2015, porque decidimos que esse será o ano do desapego!
Não faremos uma degustação de todos os rótulos no mesmo momento, porque queremos aproveitar o máximo de cada garrafa, especialmente os vários merlot da safra 2005.
Para começar abrimos esse cabernet sauvignon da Casa Valduga, de uma linha que já saiu do portfólio da vinícola e, acredito, seja agora representado pelo Villa Lobos, o vinho top de linha que elaboram com essa uva.
Não tenho como precisar – por falta de informações – o tempo de passagem por barricas de carvalho, mas certamente o vinho estagiou por um período considerável, talvez por 12 meses e ficou, segundo o contra-rótulo, mais oito meses descansando nas caves da vinícola. Tem 14% de álcool.
Abri o vinho com bastante cuidado, porque com 11 anos de idade a rolha poderia estar comprometida. Mas, não estava, embora já com 1/3 bem encharcada pelo vinho. Não decantamos, para aproveitar os vários momentos do vinho na taça.
Servido, o vinho tem coloração púrpura, com reflexos granada. Aromas com boa fruta madura, menta e madeira discreta. Na boca tem bom corpo, com taninos finos, mas vivos, e grande acidez. Apresenta estrutura muito equilibrada (taninos + acidez + álcool), mas paladar maduro e com boas notas de evolução, lembrando compota, mel, musgo, terra úmida e algo animal. Complexo!

Final longo, repetindo tudo. Prazeroso, é um vinho que evoluiu bem nesses 11 anos e está bem vivo, agradável, elegante. Como disse, as notas de evolução estão presentes, mas sem deixar o vinho enjoativo ou cansativo. A estrutura me surpreendeu, mantendo a boa capacidade gastronômica.

Ótima experiência e digo que começamos bem nosso “ano do desapego”.

Detalhes da compra:
Esse vinho não está mais no portfólio da vinícola e, evidentemente, não me lembro quanto paguei pela garrafa há alguns anos atrás. Mas, considerando que o Villa Lobos é o cabernet sauvignon top da vinícola, podemos arriscar um preço atualizado pouco acima dos R$100.
Saúde a todos!

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08abr/15
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Conhecendo o Napa Valley a bordo do Wine Train: fantástico!

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Você é amante de vinho e vai visitar o Napa Valley? Então, uma boa pedida é o Wine Train. Não vou negar que é um passeio voltado pra turista, mas é bem interessante! Sem dúvidas, uma maneira diferente, aconchegante e inesquecível de conhecer um pouco dessa belíssima região. Restaurante – Ao contrário do que muita gente […]

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