Tag Archives: tintos

19jun/15
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Norton Elegido Lote Negro Nº1 2007

Este vinho faz parte de uma série especial da vinícola argentina Norton, comercializada apenas na própria bodega. Foi elaborada pelo talentoso enólogo Jorge Riccitelli e é composta por três cortes da uva Malbec.
O Lote Negro Nº 1 é o top da linha. Logo em seguida vêm o Azul e o Vermelho, os quais também já pude degustar. Sem dúvida, o mais interessante é mesmo o Lote Nego, sobre o qual eu falo mais um pouco a seguir:
Tipo: Tinto.
Produtor: Norton.
Origem: Mendoza, Argentina.
Visual: Cor violeta de média profundidade.
Olfato: Frutas maduras, café, especiarias e tostado.
Paladar: Maduro, com médio corpo e taninos marcantes. Final de durabilidade média e bem picante.
Outras considerações: Elaborado com as variedades Petit Verdot e Malbec, este é um vinho que ainda tem a evoluir com a guarda. Sua graduação alcoólica é de 14,5%. Um bom par para carnes vermelhas. O produtor não informa sobre o seu estágio em madeira nem sobre a porcentagem do corte, apenas indica que as uvas são procedentes das melhores parcelas de seus vinhedos.
Classificação: Muito Bom.
Média de preço: 100 pesos argentinos.

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Norton Elegido Lote Negro Nº1 2007

18jun/15
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Salentein produz vinhos exclusivos para a rede Outback

A rede de restaurantes Outback, que já oferecia boas opções de vinhos em sua carta, agora conta com uma novidade. São dois vinhos, um tinto e um branco, elaborados pela prestigiada vinícola argentina Salentein.

O tinto é um blend das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot. Já o branco é feito com a variedade Torrontés. Nas lojas Outback do Recife (shoppings Recife e RioMar), os rótulos estão sendo vendidos a R$ 63. As bebidas também estão disponíveis em taça, no valor de R$ 18,50.

Os vinhos Outback foram desenvolvidos para harmonizar com os pratos da rede. O responsável pelas duas seleções foi o enólogo Pepe Galante, responsável por famosos vinhos argentinos, em conjunto com seu braço direito na vinícola, Gustavo Bauzá. “Fizemos muitos testes, experimentações e degustações até chegarmos às duas seleções ideais para os vinhos Outback. Tudo para alcançar o ideal de qualidade, sabor e corpo”, explicou Galante. A importação é da Zahil.

Tive a oportunidade de provar a versão tinta do vinho. Confira a avaliação:

Outback Red Selection 2014


Elaborado no Vale do Uco, em Mendoza, o vinho tem em sua composição as uvas Malbec, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot. Sua coloração é de um violáceo profundo e os aromas apresentam agradáveis notas de ameixa, alcaçuz e especiarias. Paladar de médio corpo, com bom equilíbrio entre acidez e taninos. Além das mesmas características sentidas no nariz, podemos registrar no sabor um toque de café. Final de média durabilidade, com um marcante gosto de especiarias. Um vinho jovem e versátil, que cai bem com os diferentes cortes de carne da casa. Tem 14% de álcool.

Classificação: Bom.
Preço: R$ 63.

Serviço:
Outback Recife
Shopping RioMar
(Segunda a quinta: das 12h às 15h e das 18h às 23h. Sexta: das 12h às 15h e das 17h30 às 0h. Domingos e feriados: das 12h às 22h30)
Shopping Recife
(Segunda a quinta: das 12h às 15h e das 18h às 23h. Sexta: das 12h às 15h e das 18h às 0h. Domingos e feriados: das 12h às 22h30)

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Salentein produz vinhos exclusivos para a rede Outback

28mai/15
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Salentein Reserve Malbec 2013


Tipo: Tinto.
Produtor: Bodegas Salentein.
Origem: Vale de Uco, Mendoza, Argentina.
Visual: Cor violeta de média intensidade.
Olfato: Floral, com notas de violeta, também apresenta toques de ameixa, canela, baunilha, noz moscada, melaço e chá. Uma gama aromática muito interessante e agradável.
Paladar: Médio corpo, boa acidez e taninos macios. O sabor traz de volta as sensações sentidas no nariz.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Malbec, plantadas a cerca de 177 metros de altitude, maturou em barricas de carvalho por 12 meses. Tem 14% de álcool. Tem potencial de guarda.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 75 (Importado pela Zahil).

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Salentein Reserve Malbec 2013

27abr/15
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Aurora Varietal Pinot Noir 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Aurora.
Origem: Bento Gonçalves (RS), Brasil.
Visual: Cor rubi claro e brilhante.
Olfato: Alegre e agradável. Envolve notas de morangos, amêndoas e canela.
Paladar: Leve, frutado e de bom equilíbrio entre acidez e taninos. O sabor repete as impressões do nariz e ainda traz um toque de café. Final médio.
Outras considerações: Elaborado 100% com a uva Pinot Noir, é um vinho com proposta de jovialidade, sem passagem por madeira. Tem 12% de álcool.

Classificação: Boa compra.
Média de preço: R$ 22,59 (Carrefour)

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Aurora Varietal Pinot Noir 2014

18abr/15
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Três Malbecs de países diferentes: confira o resultado

No Dia Mundial do Malbec (17/04), a título de comparação, resolvi fazer uma prova de três vinhos produzidos com esta uva, porém elaborados em países distintos: França (o berço da variedade), Argentina (o país onde ela virou símbolo) e Chile (que vem se arriscando a fazer vinhos com a cepa). Selecionei rótulos entre R$ 40 e R$ 65, esperando das amostras um bom padrão de competitividade. E não deu outra.

A proposta do vinho argentino era de inovação, por ser produzido por um dos novos expoentes da enologia daquele país: Matias Riccitelli. Já do francês, se esperava um Malbec mais austero, sem tanta fruta nem potência. E o do Chile para mim seria a grande incógnita. O vinho escolhido foi de uma vinícola boutique, integrante do Movimento dos Vinhateiros Independentes do Chile (MOVI).

Vamos às análises:

Hey Malbec!


Tipo: Tinto.
Produtor: Matias Riccitelli.
Origem: Vistalba, Argentina.
Visual: Cor violácea brilhante, de média profundidade, com lágrimas abundantes.
Olfato: Aconselha-se deixar a bebida respirar para amenizar a impressão inicial do álcool. Aparecem notas de goiaba, flores secas, ameixa, pimenta do reino e baunilha.
Paladar: Mais discreto que no nariz, tem médio corpo, notas apimentadas e de canela, além das flores secas e frutas sentidas no aroma. Final de médio a prolongado.
Outras considerações: Um Malbec de caráter moderno, a começar pela ilustração do rótulo, inspirada nos quadrinhos. Parte do vinho do vinho (70%) é envelhecida em tanques de concreto e 30% em barricas de carvalho francês. Tem 14,5% de álcool. Um Malbec ainda jovem com bom potencial de evolução.

Classificação: Bom (melhora com a guarda)
Média de preço: R$ 65 (www.wineinpack.com)

Grand Theatre Malbec 2011


Tipo: Tinto.
Produtor: Univitis.
Origem: Comté Tolosan IGP, França.
Visual: Cor rubi de média intensidade.
Olfato: Casca de laranja, especiarias, noz moscada, alcaçuz e cereja.
Paladar: Médio corpo, fruta discreta e leve especiado. Final médio.
Outras considerações: Um vinho fácil de beber. Leve, com seus 12,5% de álcool, em quase nada lembra as amostras da Argentina e da França. Não vai evoluir com a guarda. Beber agora.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 50 (Carrefour)

Tremonte Reserva Malbec 2011 (Chile)


Tipo: Tinto.
Produtor: Tremonte Boutique Vineyard.
Origem: Vale de Cachapoal, Chile.
Visual: Cor violeta profundo
Olfato: Eucalipto, alcaçuz, chocolate, ameixa e leve baunilha. Lembra um vinho feito com a uva Syrah.
Paladar: Macio, de taninos envolventes, tem corpo médio e sabor com notas de frutas maduras, café, especiarias e um toque tostado. Final de médio a prolongado.
Outras considerações: Elaborado 100% com a uva Malbec cultivada no Monte Requegua, extremo sul do Vale de Cachapoal. A bebida maturou em barricas francesas e tem 14,5% de álcool. É um estilo diferente de Malbec, com um pouco menos corpo e paladar macio. Esta vinícola é a mesma que produz o vinho Meteorito, no deserto do Atacama.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 40 (No Recife, na Casa dos Frios)

CONCLUSÃO:
Três bons vinhos, porém todos com características bem distintas. O argentino e o chileno com um pouco mais de vantagem por terem potencial de evolução. O argentino é indicado para quem gosta de vinhos mais jovens, modernos e potentes. O francês funciona bem para quem quer vinhos mais leves e fáceis de beber. Já o chileno é uma opção interessante para os que gostam de provar vinhos diferentes. Escolha o seu estilo e tim-tim!

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Três Malbecs de países diferentes: confira o resultado

17abr/15
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Malbec World Day: Ranking dos melhores Malbecs que tomei no ultimo ano

Hoje, 17/04, comemora-se o Malbec World Day. Em um post anterior expliquei o motivo da homenagem a esta uva francesa que hoje é símbolo dos vinhos argentinos. Para celebrar a data, resolvi fazer uma pesquisa dos melhores Malbecs que provei no último ano e disponibilizar aqui para vocês. Ressaltando os vinhos da relação têm pelo menos 90% da variedade Malbec em sua composição.
Caso você queira abrir um hoje para comemorar, escolha um desses aí abaixo. Lembrando que os vinhos feitos com a uva Malbec normalmente são potentes e combinam bem com carnes vermelhas.
Confira o ranking:
  • Kaiken Ultra Malbec 2010 | Excelente/Excepcional

  • Alto Uxmal Alternative Style Malbec | Excelente
  • Nosotros Malbec 2009 | Excelente
  • Nosotros Sofita 2010 | Excelente
  • Rutini Encuentro Malbec 2010 | Excelente
  • Humberto Canale Íntimo Cabernet Sauvignon 2009 | Excelente
  • DV Catena Malbec-Malbec 2010 | Excelente
  • Fond de Cave Malbec 2013 | Excelente
  • Lurton Malbec Reserva 2008 | Excelente

  • Felino Malbec 2012 | Muito Bom/Excelente
  • Altos las Hormigas 2013 | Muito Bom/Excelente

    • Goulart M The Marshall Reserva Malbec Single Vineyard 2011 | Bom/Muito Bom.
    • Navarro Correas Colección Privada Malbec 2012 | Bom/Muito Bom
    • Norton D.O.C. Malbec 2011 | Bom/Muito Bom
    • Reserva del Fin Del Mundo Malbec 2012 | Bom/Muito Bom
    • Zuccardi Serie A Malbec 2012 | Bom/Muito Bom

    • Alta Vista Premium Malbec 2013 | Muito Bom
    • Finca La Celia Reserva Malbec 2007| Muito Bom
    • Kaiken Rosé 2012 | Muito Bom
    • BenMarco Malbec 2013 | Muito Bom
    • Fabre Montmayou Reserva Malbec 2011 | Muito bom
    • Alamos Malbec 2013 | Muito Bom
    • Alta Vista Malbec Rosé 2012 | Muito Bom

    • Sinfonia Selected Vineyards Malbec 2013 | Bom
    • Génesis Malbec 2012 | Bom
    • Altas Cumbres Malbec 2012 | Bom
    • Trapiche Reserva Malbec 2011 | Bom

    • Alta Vista Classic Malbec 2012 | Boa Compra
    • Trivento Tribu Malbec 2012 | Boa Compra

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    Malbec World Day: Ranking dos melhores Malbecs que tomei no ultimo ano

    31mar/15
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    Nosotros de Susana Balbo é muito mais do que um Malbec

    Muitos dos brasileiros que apreciam vinhos conhecem ou já devem ter ouvido falar do Nosotros, um Malbec Premium elaborado pela enóloga Susana Balbo, da bodega argentina Dominio del Plata. Agora o que a maioria não sabe é que esta linha possui duas edições especiais que não são comercializadas aqui no país. Os vinhos, chamados Nosotros Francis e Nosotros Sofita, são cortes da uva Malbec com outras variedades e foram feitos em homenagem a duas pessoas queridas da enóloga.
    Além do belíssimo Nosotros Malbec, tive a oportunidade de provar os outros dois vinhos da linha na semana passada, durante encontro com Susana Balbo no Recife, promovido pela importadora Cantu. A enóloga explicou que o vinho “Francis” é uma homenagem a um ex-sócio, já falecido, que era como um filho para ela. Já o “Sofita” foi feito em memória de uma amiga querida, também falecida. Ambos são vinhos muito elegantes e com bastante potencial de guarda, feitos apenas em safras especiais.
    Confira as minhas impressões sobre a coleção Nosotros:
    Nosotros Malbec 2009

    Elaborado com uvas Malbec colhidas manualmente em Alto Agrelo (Luján de Cuyo), Mendoza, é um vinho com passagem de 18 meses em carvalho francês de primeiro uso. Apresenta uma bonita cor violeta de média profundidade e lágrimas intensas na taça. O aroma é exuberante, com notas florais, de frutas vermelhas e café. Na boca mostra bastante potência e concentração, porém seus taninos são aveludados. O sabor reflete as impressões do olfato e o final é bastante prolongado. Além da maturação em barrica, a bebida descansou de dois a três anos em garrafa, numa temperatura de 13 a 15°C. Segundo Susana, este vinho tem potencial de 30 anos de guarda. A graduação alcoólica é de 14,5%
    Classificação: Excelente
    Preço: R$ 577*
    Nosotros Sofita 2010


    Esta edição limitada do Nosotros foi elaborada com uvas Malbec (70%), Cabernet Franc (25%) e Cabernet Sauvignon (5%) de Agrelo, também com estágio de 18 meses em carvalho francês de primeiro uso. Sua cor é violácea de média intensidade e o fino aroma lembra morangos, baunilha, chocolate e especiarias. Muito elegante no paladar, com seus taninos macios e sabor prolongado, onde aparecem as mesmas sensações do nariz. É um vinho redondo, também com potencial de envelhecimento. Tem 14,8% de álcool.
    Classificação: Excelente.
    Nosotros Francis 2011


    Além das três uvas usadas no Nosotros Sofita, este outro vinho de edição limitada também tem a uva Tannat em sua composição, com maturação semelhante aos outros dois vinhos da linha. Sua cor é rubi profunda com traços violáceos. Mostra um aroma muito agradável e envolvente, que traz notas de ameixa, cereja, chocolate, baunilha e pimenta do reino. Um vinho de paladar estruturado, persistente e elegante. Potente, porém muito saboroso. Para mim, o melhor da “família” Nosotros. Graduação alcoólica de 14,5%.

    Classificação: Excelente/Excepcional.
    *Os vinhos Dominio del Plata são importados pela Cantu. No Recife, showroom na Ceasa (81)3252-1965.

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    Nosotros de Susana Balbo é muito mais do que um Malbec

    18fev/15
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    Bastardo 2013 [Young Winemakers]


    Tipo: Tinto.
    Produtor: Conceito Wines.
    Origem: Douro, Portugal.
    Visual: Cor rubi, pouco profundo. Límpido e transparente.
    Olfato: Exótico, exala notas de frutas vermelhas silvestres, banana, canela e flores secas.
    Paladar: Leve, equilibrado, com taninos de ótima qualidade. Final de intensidade média a prolongada. O sabor traz de volta as sensações do olfato.
    Outras considerações: Um vinho descomplicado e fácil de tomar, mas ao mesmo tempo muito elegante. Elaborado pela enóloga Rita Marques, que ousou usar na sua composição apenas uvas da variedade Bastardo, uma das mais antigas do Douro e mesmo assim pouco valorizada naquela região. A bebida amadureceu 10 meses em carvalho francês, tem 13,5% de álcool e um rótulo muito bacana.

    Classificação: Excelente.
    Média de preço: R$ 145.

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    Bastardo 2013 [Young Winemakers]

    04dez/14
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    Petrus e Cheval Blanc: dois mitos na taça numa mesma noite

    No último me de setembro, três casais apreciadores de vinhos resolveram tirar da adega o que tinham de melhor para uma degustação, digamos assim, Premium. Eu havia adquirido já algum tempo um Château Cheval Blanc 2001 e esta era a ocasião para prová-lo. Amanda tinha um Château Petrus 2007. E ainda de quebra, levou um Tokaji Aszú Eszencia Andrássy. Ângela nos presenteou com Viña Ardanza 2001, safra considerada excepcional deste tinto espanhol riojano que já não está mais no mercado. E ainda vieram um Guado al Tasso 2008, produzido por Antinori na região de Bolgheri, Itália, e um delicioso Chardonnay chileno Amayna 2010, que serviu para “abrir os caminhos”.
    Mas a expectativa estava para os dois ícones da noite. O Cheval Blanc, considerado um dos melhores vinhos do mundo, está na classificação mais alta da região de Saint Emilion, em Bordeaux: Premier Grand Cru Classé “A”. Posição ocupada apenas por ele e pelo Chatêau Ausone. Já o Petrus é um dos vinhos mais renomados e desejados pelos enófilos de todo o planeta. Produzido na região de Pomerol, em Bordeaux, não tem classificação oficial de “Grand Cru”, mas ganhou respeito pela sua excepcional qualidade e hoje é um dos vinhos mais caros encontrados no mercado.
    Apesar de considerados jovens (esses vinhos têm capacidade de envelhecer por décadas), ambos se apresentaram extraordinários na taça, estando o Cheval Blanc ainda mais pronto para beber. Confira as minhas impressões sobre os dois mitos:
    Château Cheval Blanc 2001

    Elaborado na região de Saint Emilion, Bordeaux, França. Nesta safra, tem em sua composição as uvas Merlot (55%) e Cabernet Franc (45%). A aparência revelou uma cor rubi escura, com bordas violeta, ainda denotando alguma jovialidade. O aroma muito diversificado. Encontrei notas de frutas vermelhas frescas e frutas negras, pimenta do reino, cravo, tostado, café, grão de mostarda e alguns aromas terciários, como couro. É um vinho de corpo leve, extremamente equilibrado e de final prolongado. O sabor reflete as sensações do nariz. Tem 12,5% de álcool.

    Classificação: Excepcional (ainda evolui com a guarda).
    Média de preço no mercado brasileiro: R$ 2.500 a 3 mil.
    Château Petrus 2007


    Elaborado com uvas Merlot e Cabernet Franc, na região de Pomerol, em Bordeaux, França. Mostrou uma coloração rubi violácea e aromas interessantes de frutas vermelhas frescas, floral e especiarias diversas. Paladar apimentado, seco, com ótimo frescor e persistência. Traz novamente o frutado e mostra ainda algumas notas de café. A graduação alcoólica é de 13,5%.
    Classificação: Excelente/Excepcional (em alguns anos vai tornar-se excepcional).
    Média de preço no mercado brasileiro: R$ 12 a 15 mil.
    Agradeço a todos que participaram pela bela oportunidade e pela troca de experiências. Foi realmente uma noite para não sair da memória!

    Excerpt from: 

    Petrus e Cheval Blanc: dois mitos na taça numa mesma noite