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02nov/15
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Rossopomodoro a Eataly migliore pizzeria di San Paolo del Brasile

Sapete dire il nome della città con il maggior numero di pizzerie? Contrariamente a quello che si pensa, non è Napoli ma San Paolo del Brasile. Qui pochi mesi fa ha inaugurato Eataly con la pizzeria Rossopomodoro Paladar. E’ bastato poco tempo per scalare la classifica delle migliori pizzerie di San Paolo dopo l’avviamento del […]

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Rossopomodoro a Eataly migliore pizzeria di San Paolo del Brasile

18jun/15
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Salentein produz vinhos exclusivos para a rede Outback

A rede de restaurantes Outback, que já oferecia boas opções de vinhos em sua carta, agora conta com uma novidade. São dois vinhos, um tinto e um branco, elaborados pela prestigiada vinícola argentina Salentein.

O tinto é um blend das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot. Já o branco é feito com a variedade Torrontés. Nas lojas Outback do Recife (shoppings Recife e RioMar), os rótulos estão sendo vendidos a R$ 63. As bebidas também estão disponíveis em taça, no valor de R$ 18,50.

Os vinhos Outback foram desenvolvidos para harmonizar com os pratos da rede. O responsável pelas duas seleções foi o enólogo Pepe Galante, responsável por famosos vinhos argentinos, em conjunto com seu braço direito na vinícola, Gustavo Bauzá. “Fizemos muitos testes, experimentações e degustações até chegarmos às duas seleções ideais para os vinhos Outback. Tudo para alcançar o ideal de qualidade, sabor e corpo”, explicou Galante. A importação é da Zahil.

Tive a oportunidade de provar a versão tinta do vinho. Confira a avaliação:

Outback Red Selection 2014


Elaborado no Vale do Uco, em Mendoza, o vinho tem em sua composição as uvas Malbec, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot. Sua coloração é de um violáceo profundo e os aromas apresentam agradáveis notas de ameixa, alcaçuz e especiarias. Paladar de médio corpo, com bom equilíbrio entre acidez e taninos. Além das mesmas características sentidas no nariz, podemos registrar no sabor um toque de café. Final de média durabilidade, com um marcante gosto de especiarias. Um vinho jovem e versátil, que cai bem com os diferentes cortes de carne da casa. Tem 14% de álcool.

Classificação: Bom.
Preço: R$ 63.

Serviço:
Outback Recife
Shopping RioMar
(Segunda a quinta: das 12h às 15h e das 18h às 23h. Sexta: das 12h às 15h e das 17h30 às 0h. Domingos e feriados: das 12h às 22h30)
Shopping Recife
(Segunda a quinta: das 12h às 15h e das 18h às 23h. Sexta: das 12h às 15h e das 18h às 0h. Domingos e feriados: das 12h às 22h30)

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Salentein produz vinhos exclusivos para a rede Outback

27abr/15
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Aurora Varietal Pinot Noir 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Aurora.
Origem: Bento Gonçalves (RS), Brasil.
Visual: Cor rubi claro e brilhante.
Olfato: Alegre e agradável. Envolve notas de morangos, amêndoas e canela.
Paladar: Leve, frutado e de bom equilíbrio entre acidez e taninos. O sabor repete as impressões do nariz e ainda traz um toque de café. Final médio.
Outras considerações: Elaborado 100% com a uva Pinot Noir, é um vinho com proposta de jovialidade, sem passagem por madeira. Tem 12% de álcool.

Classificação: Boa compra.
Média de preço: R$ 22,59 (Carrefour)

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Aurora Varietal Pinot Noir 2014

30mar/15
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Leopoldina Merlot 2011 – Casa Valduga

Nome: Leopoldina
Safra: 2011
País:Brasil
Região:Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga

Uvas/Corte:Merlot 100%
Teor alcoólico:13%
Rolha:Cortiça
Preço:R$ 68
Onde foi comprado:Restaurante La Forneria em Vitória da Conquista, BA
Quando foi comprado:13 de março de 2015
Degustado em: 13 de março de 2015
Onde Bebeu:Restaurante La Forneria em Vitória da Conquista, BA
Harmonizado com:Filet au Poivre
Com quem:Claudio e Gilberto

Comentário do Produtor
Visão: Coloração rubi com tons violáceos. Olfato: Aromas de amora, cacau, especiarias doces e baunilha. Paladar: Encorpado, taninos macios e retrogosto longo com notas amadeiradas. Excelente persistência gustativa, com revelador toque de frutas maduras.

Comentário do Claudio
Depois de três dias rodando pelo sul da Bahia em função de um trabalho, para fechar a viagem fomos jantar no restaurante La Forneria em Vitória da Conquista. Local de ótima comida, ambiente agradável e serviço perfeito. Dei uma olhada na carta de vinhos e dentre algumas opções vi este Merlot da Casa Valduga. Já tinha algum tempo que não bebia um vinho tinto deles e resolvi arriscar este Merlot. Muito agradável e equilibrado, escoltou bem os pratos. Não fiz anotações, mas foi um vinho fácil de se beber, bem feito, um interessante Merlot nacional. Vale provar.

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Leopoldina Merlot 2011 – Casa Valduga

10mar/15
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Taylor’s propõe modernização no consumo do vinho do Porto

Líder mundial em comercialização de vinhos do Porto Premium, a Taylor’s é uma das mais importantes e antigas casas de produção e comércio de vinho do Porto. Fundada em 1692, a empresa está até hoje nas mãos da mesma família.
Apesar de manter a essência da elaboração da bebida, a marca procurou modernizar-se e investir em vinhas de alta qualidade, seguir o conceito de viticultura sustentável e ainda introduzir novas tecnologias na produção.
Atualmente, seus maiores mercado externos são o Reino Unido e América do Norte. O Brasil é um dos mercados estratégicos para a casa, tanto é que agora a marca está reforçando a sua parceria com os importadores Licínio Dias e Qualimpor.
Para oficializar este “casamento”, o gerente de exportação da Taylor’s, Fernando Seixas, esteve ontem no Recife, onde apresentou alguns rótulos para formadores de opinião e para a equipe de distribuição. Tive a oportunidade de conversar com ele e provar cinco diferentes vinhos, todos de muito boa qualidade, especialmente os Tawny envelhecidos 10 e 20 anos.
Fernando explicou que o vinho do Porto é visto como uma bebida para pessoas mais maduras. “As pessoas começam a consumi-la por volta dos 35, 40 anos”, disse ele. E o grande trabalho da marca é tentar atrair o público mais jovem, promovendo, por exemplo, algumas simples iniciativas, por exemplo, mudando a taça de degustação. Para ele, o vinho do Porto não deve ser servido em cálices, mas sim em taças maiores, para ressaltar os aromas da bebida. E também deve se observar a temperatura. O vinho deve ser servido frio para mostrar as suas qualidades e não deixar o álcool se sobressair.
Por combinar com o nosso clima, Fernando sugere aos brasileiros explorar um drink já bem conhecido em Portugal: o Porto Tônica ou “Portonic” (foto acima). Ele é feito utilizando vinho do Porto branco seco (lembrando que a Taylor’s foi a primeira casa a produzir este estilo, em 1934), água tônica, gelo e uma rodela de limão. Trata-se de uma bebida leve e refrescante, que vai muito bem como aperitivo.
Na sequencia, após o Portonic, foram apresentados os seguintes vinhos:
Taylor’s Fine Tawny


Este Tawny amadureceu três anos em carvalho e possui uma cor levemente alaranjada, límpida e brilhante. Envolve aromas de amêndoas, frutas secas e baunilha. Paladar frutado e de doçura delicada. Um vinho encorpado e com final levemente apimentado. Tem 20% de álcool.
Classificação: Bom/Muito Bom.
Média de preço: R$ 65
Taylor’s 10 anos


Com maturação de 10 anos em barris de carvalho, este Porto Tawny possui cor levemente âmbar, límpida e brilhante. No nariz, mostra notas de nozes, amêndoas, caramelo, damascos, baunilha e especiarias.Sabor encorpado, cremoso e equilibrado, com final persistente. Sua graduação alcoólica é de 20%.
Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 160
Taylor’s 20 anos


Com 20 anos de maturação em carvalho, este Tawny mostra um excelente equilíbrio entre doçura e acidez, se tornando um vinho muito prazeroso de beber. Sua coloração é atijolada, bem clara e brilhante. O nariz aponta notas de figos, damascos, amêndoas, nozes, mel, cacau, frutas em compota e tabaco, formando uma ampla gama aromática. Paladar muito macio e com traços de evolução. Boa persistência. Teor alcoólico de 20%.
Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 290
Taylor’s Select Reserve


Para acompanhar a sobremesa, voltamos para um Ruby. Este teve três anos de estágio em carvalho. Sua coloração é um rubi profundo com tons violeta. Exibe aromas de ameixa madura e especiarias. Essas mesmas notas aparecem na boca, trazendo uma boa doçura e longo retrogosto. Um vinho encorpado, com 20% de álcool.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 65
SERVIÇO:
Os vinhos Taylor’s são importados para a região Nordeste pela Licínio Dias (LD) Importação. No Recife, distribuídos pela DLP.

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Taylor’s propõe modernização no consumo do vinho do Porto

27dez/14
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.Nero Blanc de Blancs Golden Conceptual Edition para brindar os 40 anos do Gil

Nome:.Nero Blanc de Blancs Golden Conceptual Edition
Safra: -
País:Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Domno

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 12%
Rolha:Cortiça
Onde foi comprado: -
Quando foi comprado: -
Degustado em:5 de setembro de 2014
Onde bebeu: VPT Farm, em Catalão
Harmonizado com: Muitas comidinhas gostosas
Com quem:Claudio, Rafaela, Gil, Erika, Cris, Val, seu Tatá, Maria Lucia, Denisinha, Nicola, Marcel, Carol, Ismália, Branco, Antonia, Francisco, Ana Clara, Alice, Caio, Théo e muitos outros

Comentário do Produtor
Visão: Coloração cristalina com reflexos esverdeados e perlage delicado. Olfato: Aroma com notas de abacaxi e frutas tropicais de polpa branca. Paladar: Excelente frescor, equilíbrio e elegância.

Impressões da Rafaela
Depois de aplicar uma prova de alemão em Uberlândia, partimos para Catalão ainda de manhã. Lá um almoço saboroso nos esperava.Bebemos muitas garrafas deste espumante delicioso. Nem bem uma garrafa acabava, logo surgia outra geladinha, pronta para encher mais algumas taças.Que coisa mais boa voltar à VPT Farm. Eu me sinto tão à vontade lá. Quando chegamos as crianças estavam correndo pelo gramado, as meninas que chegaram mais cedo conversavam e a Érika andava de um lado para outro preparando tudo para a festa dos 40 anos do Gil que aconteceria mais tarde. Érika tem energia que parece não acabar nunca. À noite tudo estava perfeito! E ainda tinha banca de rock. Perfeito!

Comentário do Claudio
Exame gustativo: O aniversário do Gil foi regado a espumante. Bebemos muitos, mas muitas garrafas mesmo desta edição especial do espumante .Nero. Este espumante é produzido pela Domno, um projeto da família Valduga que envolve a importação de alguns vinhos, além da produção de uma linha de espumantes feitos pelo método Charmat, o . Nero. Esta edição tem um rótulo feito em metal que causa um impacto (alguns acham o estilo um pouco exagerado). De qualquer forma, o rótulo agrega valor ao produto e todos que vão beber já esperam um produto de boa qualidade. Muito bem feito, fácil de beber, é um espumante muito equilibrado e elegante. Em boca, notas de frutas aliadas a uma boa acidez. Muito agradável, recomendo provar. Foi um belo companheiro para o clima do VPT Farm.

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.Nero Blanc de Blancs Golden Conceptual Edition para brindar os 40 anos do Gil

11nov/14
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Wine & Soul e Quinta do Passadouro: encantos do Douro na taça

Eleito enólogo do ano pela revista Wine de Portugal em 2008 e 2011, Jorge Serôdio Borges (foto) é referência mundial quando se fala em vinhos do Douro. Além de prestar consultoria para vários produtores da região, ele está à frente da Quinta do Passadouro e desenvolve o projeto pessoal Wine & Soul junto com sua esposa, Sandra Tavares, que também é enóloga. A convite da Adega Alentejana, almocei com ele na última quinta-feira e pude conhecer mais sobre o seu encantador trabalho.
WINE & SOUL -Tudo começou em 2001, quando Jorge e Sandra decidiram fazer o seu primeiro vinho juntos. Compraram um velho armazém de vinho do Porto e compraram de um produtor da região uvas de uva vinhas com mais de 70 anos. Em 2003, adquiriram estas mesmas terras, com uma área de 2,5 hectares e mais de 30 diferentes variedades plantadas. Em 2008, eles receberam como herança a Quinta da Manoella, propriedade que pertence à família de Jorge há mais de 200 anos, o que aumentou a área de plantio do projeto para 20 hectares.
O primeiro vinho produzido foi o notável Pintas, que recebeu este nome em homenagem ao cachorro de estimação do casal. Depois veio o branco Guru, o Pintas Character, o Manoella e o Quinta da Manoella Vinhas Velhas. Jorge e Sandra ainda produzem uma pequena quantidade de vinho do Porto e do excelente azeite extra Virgem Pintas.
QUINTA DO PASSADOURO – Em 1991, o empresário alemão Dieter Bohrmann decidiu comprar a antiga propriedade, datada do século 18, situada no vale do Rio Pinhão. Ele acreditava que ali, além do produzir vinhos do Porto, era também possível elaborar vinhos de qualidade premium. Para colocar em prática o projeto, convidou Jorge Serôdio Borges.
Bohrmann faleceu em 2011, mas sua filha continuou o trabalho, adquirindo posteriormente a Quinta do Síbio, no Vale do Roncão – área reconhecida pela vocação para vinhos do Porto. Em ambos os projetos eles mantêm a tradição da pisa a pé. A Quinta do Passadouro também produz pequenas quantidades de azeite.
Confira as minhas impressões sobre os vinhos provados durante encontro, que aconteceu no tradicional restaurante Leite, no Recife:
Guru Branco 2012
Este branco chegou à mesa depois de ser decantado por meia hora. Segundo Jorge Serôdio, a aeração beneficia a bebida, que foi feita para envelhecer. Elaborado com as castas Códega do Larinho, Gouveio, Rabigato e Viosinho, cultivadas a 600 metros de altitude, o vinho estagiou seis meses em carvalho francês. Sua cor é amarelo palha com reflexos dourados. O aroma revela notas florais, de frutas brancas e um leve tostado. Paladar de excelente acidez, com características minerais e final prolongado, trazendo de volta as sensações do nariz. Apesar dos 12,5% de álcool é um vinho com boa presença de boca. Muito elegante.
Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 220
Onde encontrar: No Recife, no RM Express e Lacomex.
Passadouro Tinto 2011
Elaborado com as variedades Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e castas provenientes de vinhas velhas, o vinho apresenta coloração rubi com traços violáceos. No nariz surgem aromas de frutas vermelhas maduras, que se juntam a notas de caramelo, café, mentol e especiarias, compondo um interessante bouquet. Paladar fresco, de taninos sedosos e final persistente. O sabor remete às características do olfato. O vinho estagiou em barricas de carvalho francês por 16 meses. Apenas 30 mil garrafas foram produzidas nesta safra. A cada ano, o rótulo retrata um diferente animal da fauna local. Tem 14% de álcool.
Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 120
Onde encontrar: No Recife, no RM Express.
Pintas 2012
Sem dúvida, um dos melhores representantes do Douro. Produzido com mais de 30 uvas provenientes de vinhas com mais de 70 anos de idade, o vinho tem produção limitada de cinco a seis mil garrafas por safra. É elaborado com o método de pisa a pé e fermenta em lagares com controle de temperatura. Seu estágio foi de 18 meses em barris de carvalho especialmente fabricados em duas tanoarias francesas. Mostrou na taça uma coloração rubi violácea. O rico e envolvente aroma traz notas de ameixa fresca, eucalipto, café, baunilha, canela e outras especiarias. Na boca é marcado pelo equilíbrio entre os seus elegantes taninos e a boa acidez. Um vinho fresco, macio e de sabor muito prolongado. Tem 14,5% de álcool.
Classificação: Excelente/Excepcional.
Média de preço: R$ 440
Onde encontrar: No Recife, no RM Express e Lacomex.
Wine & Soul Tawny 10 anos
Segundo Jorge, este é um Porto que na verdade tem 15 anos. Não é filtrado e sua produção é apenas de 2.500 garrafas. Produzido com mais de 20 castas provenientes de vinhas com mais de 50 anos de idade. A coloração é granada e o aroma sugere notas de amêndoas, nozes, fruta-passa, café e caramelo, com um leve toque de especiarias, como anis estrelado. Boa doçura, equilibrada pela acidez presente. Untuoso e potente, porém com um conjunto elegante conferido pelas características do sabor. Tem 19,5% de álcool.
Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 205
Onde encontrar: No Recife, no RM Express e Lacomex.

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Wine & Soul e Quinta do Passadouro: encantos do Douro na taça

26jun/14
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Pietro Marini Malbec 2008, o vinho que a Rafaela ganhou do Gil para abrir quando quisesse

Nome: Pietro Marini
Safra: 2008
País: Argentina
Região: Valle de Cafayate, Salta
Produtor: Bodega el Transito
Importador: Porto Mediterrâneo

Uvas/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Sintética
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Gentilmente presenteado à Rafaela pelo Gil
Quando foi comprado: -
Degustado em: 10 de abril de 2014
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Brillante y de color intenso desarrolla tonos violáceos que anticipan su expresión en nariz, donde presenta aromas a frutos rojos, con recuerdos de ciruelas secas y algunas notas especiadas que recuerdan el clavo de olor. Como varietal expresa exquisitamente la riqueza que le aporta la altura, presentando en boca taninos dulces y redondos. Armónico y equilibrado se prolonga y persiste en boca, gracias a una equilibrada acidez.

Impressões da Rafaela
Ganhei este vinho do Gil na última vez em que estive em Uberlândia. De tanto me ouvir reclamar que eu tinha que “pedir permissão” ao Claudio para abrir um vinho quando estava sozinha em casa, Gil me disse que eu teria então meu próprio vinho, para abrir quando eu bem entendesse. Aconteceu, no final das contas, de eu abri-lo junto com o Claudio, o que, segundo o Gil, me dava então o direito de abrir um outro vinho – no caso, qualquer um de nossa adega. Vamos ver se isso vai dar certo algum dia. A verdade é que eu não gosto de beber vinho quando estou sozinha. Vinho para mim é uma bebida para ser compartilhada, para ser bebida com amigos, acompanhando uma boa conversa. Este vinho foi bem com nossas pizzas caseiras, feitas com farinha 00, molho de tomates feito em casa e mussarela de búfala de boa qualidade. Obrigada, Gil!

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Este malbec da região de Salta na Argentina foi um presente do amigo Gil para a Rafaela. O vinho ficou guardado na adega por algum tempo. Pareceu-me que deveríamos tê-lo aberto antes, pois tinha características de um vinho jovem, para ser bebido com um ou dois anos de vida. Em boca, mostrou uma boa fruta, misturado com algo de especiarias e um pouco de pimenta. Paladar interessante, que deveria estar muito melhor dois ou três anos atrás. Funcionou bem com a pizza. Não conhecia esta vinícola, sobre a qual o Gil sempre falou bem, e fiquei com vontade de provar outros vinhos de lá.

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Pietro Marini Malbec 2008, o vinho que a Rafaela ganhou do Gil para abrir quando quisesse

25jun/14
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Premiação pós-corrida: Identidade Premium Gewürtztraminer e Mundvs Malbec

Nome: Identidade Premium / Mundvs
Safra: 2013 / 2011
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga

Uvas/Corte: Gewürtztraminer Malbec
Teor alcoólico: 13% / 14,2%
Rolha: Cortiça
Numeração da garrafa: -
Preço: -
Onde foi comprado: Restaurante Maria Valduga, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves
Quando foi comprado: 5 de abril de 2014
Degustado em: 5 de abril de 2014
Onde bebeu: Restaurante Maria Valduga, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves
Harmonizado com: Rodízio italiano
Com quem: Claudio, Rafaela, Gil e Érika

Comentário do Produtor
Identidade - Ideal para tardes de verão, possui coloração amarelo-palha e complexidade aromática com notas de maçã verde, pera, lichia e licor de laranja. Em boca é expressivo, fresco com final persistente e agradável.
Mundvs - Aos pés da Cordilheira dos Andes, em Mendoza, a mais de 980 metros de altitude, surge Mundvs Malbec. Vinho de grande personalidade, com aromas de frutas vermelhas maduras ressaltadas por nuances de baunilha. Visão: Vermelho-rubi escuro, límpido e brilhante. Olfato: Bouquet elegante e intensas notas de frutos vermelhos com destaque para ameixas, amoras e especiarias, ressaltadas por nuances de baunilha. Paladar: Corpo robusto, encorpado, equilibrado e harmônico, com taninos maduros.

Impressões da Rafaela
Depois de uma tarde de descanso, à noite eu estava recuperada do esforço empreendido no começo do dia. Pronta para apreciar o jantar de gala na Casa Valduga. Apesar de o cardápio ser parecido com outros servidos na região, o rodízio italiano da Valduga tem um quê de refinamento. O tempero é mais suave, o local é silencioso, os garçons são nada invasivos. Nós gostamos muito. Para acompanhar o jantar, nossa sommelière Érika escolheu os vinhos. Gostei especialmente do segundo, o Mundvs.

Comentário do Claudio
Exame visual: -
Exame olfativo: -
Exame gustativo: Ainda estávamos nos recuperando da Wine Run que corremos pela manhã  e já era hora de nosso jantar de comemoração. Sempre que passamos pelo Vale dos Vinhedos damos um pulo na Casa Valduga para comer no restaurante da vinícola. A organização da prova também sugeriu na programação o jantar, um típico rodízio italiano, com galetos, massas e outras delícias. Bebemos dois vinhos durante o jantar. Abrimos com o um aromático Gewurztraminer, vinho muito marcante no nariz e em boca se mostrou fresco e agradável, a garrafa foi rápido. Depois o Gil sugeriu um dos vinhos da linha Mundvs, vinho que a Casa Valduga faz em parceria com outras vinícolas em diversos países. O escolhido foi o Malbec, vinho de perfil bem típico da cepa e com as clássicas característica dos bons malbecs argentinos. Um ótimo jantar para fechar um dia muito intenso no Vale dos Vinhedos.

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Premiação pós-corrida: Identidade Premium Gewürtztraminer e Mundvs Malbec

04jun/14
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Quinta do Romeu: mais uma boa surpresa da região do Douro

Embora produza vinhos há mais de dois mil anos, a região do Douro, no nordeste de Portugal, vem se reinventando a cada dia. No meio de nomes tradicionais, é possível descobrir vinícolas de produções menores, porém de qualidade bastante diferenciada, como é o caso da Quinta do Romeu.
Fundada em 1874 por Clemente Menéres, a propriedade permanece na mesma família há cinco gerações. Um dos membros desta nova descendência é João Menéres (foto abaixo), com quem tive a oportunidade de almoçar semana passada, durante uma visita dele ao Recife.
João explicou que a toda a produção da Quinta do Romeu tem certificado de Agricultura Biológica, onde não é permitido o uso de defensivos químicos.  Segundo ele, as principais razões para esta prática são a intenção de manter o melhor caráter da fruta e também o respeito ao meio ambiente. Desde 2012, a produção também vem se baseando nos princípios biodinâmicos, que são orientados pelos ciclos da natureza. O enólogo responsável é Rui Cunha.
Além dos vinhos, a Quinta do Romeu ainda produz azeite e cortiça. Ao todo, a propriedade conta com 25 hectares de vinhedos, 125 hectares de olivais e cinco mil hectares de sobreiros (árvore de onde é extraída a cortiça). Os vinhos são elaborados apenas com castas portuguesas, onde se destaca a Touriga Nacional.
A produção de vinhos é de 100 mil litros por ano. Metade é de vinho do Porto, que é vendido para outras empresas, e a outra de vinhos tranquilos. Já a produção de azeite é de 20 mil litros por ano. Este último é engarrafado sob a marca “Romeu” e tem como slogan “Puro como Deus o deu”, referindo-se à sua cultura orgânica e a não utilização de aditivos e conservantes. Trata-se de um azeite Extra Virgem bastante delicado e elegante, elaborado com variedades nativas, e quem tem menos de 0,2% de acidez.
Em relação aos vinhos, são cinco rótulos produzidos, dos quais pude provar os seguintes:
Quinta do Romeu Rosé 2013
Este rótulo, de produção bastante limitada (5.500 garrafas), não está à venda no Brasil. É elaborado com as castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinto Cão. A cor é cereja, de intensidade média, e os aromas remetem a frutas vermelhas silvestres e flores. Apresenta corpo médio, boa acidez e final elegante. O sabor traz de volta as sensações do nariz. Seu teor alcoólico é de 12,5%.
Classificação: Muito Bom.
Moinho do Gato da Quinta do Romeu 2011


Um tinto para o dia a dia, feito com as uvas Tinta Barroca, Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional, sem estágio em madeira. Sua coloração é rubi de intensidade média. No nariz, traz notas de frutas vermelhas frescas e especiarias doces, como canela e noz moscada. Paladar macio, com taninos de qualidade e boa acidez. Repete as características do olfato. Tem 13% de álcool.
Classificação: Boa Compra.
Preço: R$ 34,50 [No Recife, na Casa dos Frios]

Quinta do Romeu Tinto 2010

Outro tinto que não amadurece em madeira. Tem em sua composição as uvas Tinta Roriz, Touriga Franca, Souzão e Touriga Nacional. Apresenta cor rubi média e aroma envolvente de frutas vermelhas, flores, café e cominho. Na boca oferece um ótimo equilíbrio entre acidez e taninos. Traz de volta o frutado sentido no olfato, mostrando-se uma ótima companhia para comida. A graduação alcoólica é de 12%.
Classificação: Muito Bom.
Preço: R$ 47,20 [No Recife, na Casa dos Frios]
Quinta do Romeu Reserva Tinto 2010
De coloração rubi profunda, este tinto oferece um aroma exótico e agradável, com toques de flores secas, especiarias, ameixa e notas tostadas, estas últimas provenientes do estágio de um ano em barricas francesas de média tosta. Foi elaborado com as variedades Touriga Nacional (75%), Touriga Franca e Sousão. Paladar macio e agradável, com final prolongado. Além das características sentidas no nariz, também traz para o sabor notas balsâmicas e de café. Um vinho equilibrado, elegante e com potencial de envelhecimento. Tem 13% de álcool.
Classificação: Excelente.
Preço: R$ 74,94 [No Recife, na Casa dos Frios]

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