Tag Archives: natal

18jun/15
Thumbnail

Importadora faz promoção de São João para o Nordeste

O São João é uma época de festejos no Nordeste. Pensando nisso, a Licínio Dias (LD) Importação lançou uma promoção de época com entregas para as cidades de Recife, Natal e João Pessoa, válida até o dia 30/06. Na compra de um vinho, o cliente leva outro.
São cinco seleções de grandes rótulos de Portugal e da Espanha, com preços que variam entre R$ 104 e 148. As opções são as seguintes:
:: Espumante Vadio Brut 2009 + Quinta da casa Amarela 2009 = R$ 148,47
:: Cepa 21 2006 + Quinta da Casa Amarela 2009 = R$ 144,38
:: Casa dos Zagalos 2006 + Assobio 2010 = R$ 104,44
:: Herdade do Portocarro 2008 + Assobio 2010 = R$ 104,73
:: Tapada do Chaves Branco 2008 + Vinha da Defesa Rosé 2012 = R$ 112,45
Pedido mínimo de R$ 200. Encomendas pelo fone (81) 3125-8080 ou pelo e-mail vendas@liciniodias.com.br

Continued here:

Importadora faz promoção de São João para o Nordeste

15jan/15
Thumbnail

Ceia de Natal frugal, mas com bom vinho: Cuna de Piedra Reserva Roble 2012

Nome:Cuna de Piedra Reserva Roble
Safra:2012
País:Uruguai
Região:Colonia
Produtor:Los Cerros de San Juan

Uvas/Corte:Tannat 100%
Teor alcoólico:13%
Rolha:Cortiça
Preço:300 pesos uruguaios
Onde foi comprado:Tenda Inglesa de Atlântica
Quando foi comprado:24 de janeiro de 2014
Degustado em:24 de janeiro de 2014
Onde bebeu:Em nosso endereço em Punta del Este
Harmonizado com:Pães e queijos
Com quem:Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Muy bien vestido de color púrpura oscuro, casi matices morados. Olor de la serie animal, con notas netas e intensas de frutos maduros y fondoespeciado.Muy bien estructurado, sabroso.
Temperatura de servicio: 19ºC


Impressões da Rafaela
Passamos praticamente o dia todo viajando. Comprei as passagens em maio passado e nem me lembro mais quais foram meus critérios de escolha. Creio que tenha sido o preço, pois foi uma viagem meio longa, por São Paulo. O lado bom é que tivemos tempo para conhecer o novo terminal do aeroporto de Guarulhos, que ficou lindo! Almoçamos no Red Lobster com calma e ainda conseguimos até fazer vários posts para o blog. Chegamos a Montevidéu às 18h, mas demoramos uma hora para passar pela imigração e pegarmos o nosso carro. Só fomos chegar a Punta mesmo lá pelas 21h, já acompanhados pelo dono do apartamento que alugamos. Por sorte encontramos um supermercado no caminho, que havia sido nos indicado pelo locador. Fizemos algumas comprinhas e estava feita nossa ceia de Natal, que foi muito boa. Eu gostei muito deste tannat que o Claudio escolheu às pressas no supermercado. Foi uma noite bastante feliz.

Comentário do Claudio
Exame visual:Violeta vivo.
Exame olfativo:Algo adocicado.
Exame gustativo: Este foi o vinho da nossa “ceia”de Natal. Chegamos a Montevidéu e seguimos rumo à Punta. No caminho avistamos uma Tienda Inglesa, supermercado uruguaio. Paramos rapidamente por ali para comprar algumas coisas para comermos mais tarde. Não conhecia este vinho e resolvi arriscar. Ele se mostrou uma boa escolha. Vinho muito bem feito, um tannat bem domado, que mostrou em boca uma boa fruta fresca misturada com interessantes notas de especiarias. Vinho de estilo mais moderno, com boa madeira integrada ao conjunto, sem exageros. Um vinho macio de bom final e fácil de se gostar. Um bom trabalho da vinícola. Assim começaram os nossos dias no Uruguai.

Link: 

Ceia de Natal frugal, mas com bom vinho: Cuna de Piedra Reserva Roble 2012

14dez/14
Thumbnail

Especial Fim de ano: O vinho certo para o peru de Natal

Vinos-para-la-cena-de-Navidad-2

Texto: José Filho Anjos (Gerente Comercial da Decanter Bsb) / Edição: Etiene Carvalho Os sommeliers costumam receber de presente nesta época do ano a difícil tarefa de eleger vinhos para harmonizar com a nossa típica ceia de natal. Entre os pratos mais emblemáticos, sem dúvida, o peru assado é o mais onipresente, embora as formas […]

Especial Fim de ano: O vinho certo para o peru de NatalBlog Vinho Tinto.

Source article: 

Especial Fim de ano: O vinho certo para o peru de Natal

11dez/14
Thumbnail

Primeiro Natal da Confraria Franciscana

P1030010

Texto: Rafael Costa Curta / Fotos: Alexandre Azevedo / Edição: Etiene Carvalho Tem sido um prazer participar da Confraria Franciscana. Poder degustar bons vinhos e conversar sobre esse universo é algo de que não me canso nunca. Nessa última edição do ano, tínhamos que fazer algo especial, principalmente por não termos conseguido fazer a reunião […]

Primeiro Natal da Confraria FranciscanaBlog Vinho Tinto.

Link to article - 

Primeiro Natal da Confraria Franciscana

28out/14
Thumbnail

Porto Ferreira Dona Antónia Reserva

O relançamento da marca de Vinho do Porto bem conhecida da mesa dos Portugueses fica marcado por uma renovação de imagem de toda a gama e pelo lançamento de Dona Antónia Reserva Branco. Este Vinho do Porto Branco vem assim juntar-se ao já existente Reserva Tawny em mais uma homenagem à Ferreirinha, uma mulher carismática, visionária e verdadeiramente apaixonada pelo Douro, considerada hoje uma personalidade incontornável daquela região.
Os dois vinhos são fáceis de gostar, mostram um perfil cativante e prazenteiro capaz de proporcionar bons momentos a todos aqueles que por cerca de 10€ os levarem para casa. Enquanto que o Reserva Tawny é um velho conhecido, aquele vinho que tantas vezes surge à mesa naquela momento festivo como por exemplo no Natal. Mostra-se agora melhor que nunca, adaptado aos tempos modernos, mais atrevido e roliço, ganhando algum peso na fruta (ameixa, alperce) e frutos secos, boa compota, bouquet tentador com notas de boa evolução, fruta passa. Boca com passagem rica e saborosa, muita presença da fruta, em harmonia entre frescura e doçura. Perfeito a acompanhar um Bolo Inglês ou Bolo Rei.

É uma nova aposta e ao mesmo tempo um retomar uma velha tradição da casa, o vinho é todo um novo desafio e ao mesmo tempo uma deliciosa experiência que abre novos caminhos no que toca a acompanhamentos com a gastronomia mais festiva. A começar pela panóplia de aromas que nos surgem e aguçam o apetite, muito floral com madeiras, laranja, tudo com boa intensidade envolto num aroma guloso e envolvente. O fundo é especiado, um toque de caril, fruto seco, pêssego em calda com um grande equilibrio na boca, fresco e boa dose de doçura com fruto seco melado num final muito longo. Servido fresco com umas filhoses enroladas com mel.

Link to article:

Porto Ferreira Dona Antónia Reserva

20jan/09
Thumbnail

Dão: o novo Douro

Ou, Douro: o novo Alentejo. Dos dois, preferi o primeiro. O título deste post, após longa paragem, teria que ser provocativo. Não que a segunda hipótese também não o fosse mas como vou escrever mais sobre o Dão do que sobre o Alentejo, pareceu-me a primeira mais ajustada.

Nos últimos tempos tenho notado um certo ressoar da ideia que os vinhos do Douro se têm tornado todos iguais. Muita fruta e boa madeira. Começa a haver, dentro do denominado círculo de apreciadores informados, um assumido cansaço do Douro. Se consigo entender este primeiro argumento, parece-me que este afastamento dos enófilos portugueses está associado à intrínseca condição de “ser” enófilo.

Um enófilo, por definição, é uma pessoa que gosta de Vinho. E gosta para além do acto de o beber. Isso seria um bêbado! Gosta de o estudar, de saber mais sobre tudo aquilo que o rodeia. Gosta de provar em diversidade. Gosta de procurar e conhecer coisas novas. Gosta de provar os vinhos mais raros. Gosta de discutir com os amigos. Gosta de marcar as modas, de ser o único que conhece determinado vinho, de ser o único que possui determinado vinho, de ser o único que gosta de determinado vinho. Enfim, de ser único. Tal como, por exemplo, ser cinéfilo ou melómano, está inerente ao facto de sermos apreciadores de algo a condição de sermos a minoria. Torna-nos especiais.

Com o sucesso do Douro, os enófilos que descobriram a região, nos vinhos de “mesa”, estão a ser engolidas pela maioria. Hoje, gostar dos vinhos do Douro é uma banalidade. É o equivalente, na música, a gostar do TOP Mais. É comprar o top Singles da Fnac na época de Natal. Tal como o sucesso comercial do Alentejo fez a maioria dos enófilos afastar-se dessa região, o sucesso do Douro é seu maior inimigo no coração dos apaixonados do vinho. O Douro perdeu as características da novidade, da diferença, da inacessibilidade e passou a estar conotado com a facilidade e a unanimidade de prova.

Numa sociedade que vive o tempo obcecada com a novidade, com a diferença e com individualidade, a procura da próxima moda, do mais estranho e do diferente, é o que nos comanda. Como diria o outro, é o nosso sonho. No caso dos enófilos, e da crítica de vinhos (também eles enófilos, como é evidente), a agulha do gira-discos começa a retornar ao Dão.

No ressoar da “normalidade” do Douro ecoa a maior “anormalidade” do Dão. Começa a ser cada vez mais comum ouvir a frase: “se queremos algo diferente temos que voltar ao Dão”. Tenho notado nas últimas edições da Revista do Vinhos, um subtil aumento dos vinhos do Dão com classificações de 18 valores. Começa a haver um número crescente de vinhos de topo do Dão para rivalizarem com os topo do Douro. Acresce a este facto, o decepcionante painel de prova dos melhores vinhos do Douro na RV. Quinta do Vale Meão e Redoma com 16,5 valores? Numa comunidade faminta de mudança, estes percalços são “pão para a boca”.

Para os mais atentos (ou desconfiados com a mania da perseguição, como me chamaram alguns), as classificações atribuídas nas revistas e guias da especialidade nem são o maior catalisador de vontades. A adjectivação e a utilização de determinados termos nas descrições de prova, reportagens ou artigos de opinião, são muito mais eficazes pois trabalham de forma silenciosa e em profundidade no subconsciente dos leitores. Cuidado! Não digo que seja propositado, mas os críticos são enófilos como nós. E como nós têm gostos, preconceitos, desejos, vontades, inimizades, paixões que se reflectem na forma como escrevem. Existe uma enorme diferença entre eu escrever “excelente região do Douro” e “extraordinária região que é o Dão”, por exemplo.

Não tenho nada contra o Dão. Tal como não tenho interesses especiais no Douro. É evidente que não sou imune a estes comportamentos, nem tão pouco sou o mais esperto ou perspicaz da comunidade enófila. Também eu sou movido pelos sentimentos em cima descritos. Também eu sou “contaminado” (e contamino, à minha escala) pelo que leio e oiço. Nesse sentido, confesso que ultimamente me tenho deixado encarrilar no sentido dos vinhos do Dão. Não rejeito que parte deste reajustar do norte se deva a uma melhoria dos vinhos da região. Parece-me evidente. No entanto, parece-me que essa melhoria se tem verificado através de um aumento da fruta evidente e da utilização de madeira nova. Ou seja, caminho também utilizado no Douro e que a médio prazo os vai tornar cada vez mais iguais. Onde é que está a tão propalada elegância dos vinhos do Dão? Só se for passados dez anos porque os vinhos que estão neste momento a sair para o mercado, e a receber os maiores elogios da crítica, só com boa vontade se podem qualificar de elegantes.

Porventura a maior diferença para a maioria dos enófilos, é que eu acredito fortemente que o nosso gosto é transitório, evolutivo, condicionado, influenciando e instável. Acredito por isso que daqui a uns anos, se continuar a escrever, efectuarei um post de título: Região X: o novo Dão.

Jump to original:  

Dão: o novo Douro