Tag Archives: importadora

17jun/15
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Alamos Viognier 2012


Tipo: Branco.
Produtor: Catena Zapata.
Origem: Mendoza, Argentina.
Visual: Coloração amarelo palha com reflexos dourados.
Olfato: Aparecem abacaxi, mel, pêssego, damasco e leves notas tostadas.
Paladar: Possui médio corpo, acidez balanceada e bom frescor. O sabor traz de volta as sensações do nariz junto com um discreto toque mineral. Final prolongado.
Outras considerações: Elaborado 100% com a variedade Viognier, o vinho passou seis meses em carvalho americano e francês. A linha Alamos é feita para o mercado internacional e tem como principal característica a boa relação entre preço e qualidade. Este vinho tem 13,5% de álcool e combinou muito bem com comida japonesa.

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 48 (Importadora Mistral)

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Alamos Viognier 2012

10abr/15
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Amalaya Gran Corte 2012


Tipo: Tinto.
Produtor: Bodega Amalaya.
Origem: Alto Valle Calchaquí, Salta, Argentina.
Visual: Cor violácea profunda.
Olfato: Concentrado, com notas florais, de ameixa madura, canela, especiarias e café.
Paladar: Carnudo, tem taninos vigorosos e de boa qualidade. Transmite no sabor as mesmas características sentidas no nariz. Boa persistência. Apesar de um vinho potente, mostra na boca um bom frescor.
Outras considerações: Elaborado com 85% de Malbec e pequenas porções de Cabernet Franc e Tannat, o vinho maturou 12 meses em barricas de carvalho francês e americano (30% novas). As videiras estão plantadas entre 1.700 e 2.300 metros de altitude e obedecem ao método de cultivo biodinâmico, sem o uso de defensivos agrícolas e observando os ciclos da natureza. Sua graduação alcoólica é de 14%.

Classificação: Muito Bom.
Faixa de preço: R$ 87 (Importadora Decanter).

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Amalaya Gran Corte 2012

12fev/15
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Direto! Sem rodeios, sem madeira: Covela Escolha Tinto 2012

Esse foi o terceiro vinho da Quinta de Covelaque tive oportunidade de provar em dezembro. Os dois vinhos brancos já foram publicados no fim de janeiro e na última segunda-feira. No post do dia 29/1 você poderá saber um pouco sobre a história da vinícola e sua aquisição por novos proprietários em 2011, um deles brasileiro.

Esse tinto foi elaborado para ser descontraído, franco, com a fruta bem presente porque não tem passagem por madeira. Foram produzidas apenas 7.000 garrafas. As uvas utilizadas são touriga nacional, cabernet franc e merlot.

Na taça a cor é rubi, com reflexos violáceos. Aromas lembrando frutos silvestres, cerejas e algo de chocolate. A complexidade aromática não provém da madeira, mas das próprias variedades utilizadas. Na boca tem corpo leve-médio, com taninos finos, com alguma rascância ainda e boa acidez. Refrescante e gastronômico. Final de boa persistência, com muita fruta.
Pela sua estrutura pode ser servido a uma temperatura mais baixa do que para a maioria dos tintos aqui no Brasil. Sugiro algo na casa dos 15-16ºC. Acompanhará bem pratos da culinária portuguesa, claro, mas pode ser um bom par para massas com molhos vermelhos, substituindo a tradicional harmonização que fazemos com o Chianti, escolha costumeira por sua boa acidez.
Detalhes da compra:

É trazido ao Brasil pelaMagnum Importadora, de Curitiba, e vendido em lojas virtuais na faixa dosR$175. Também degustaram o vinho os amigosCelso LimaeMário Dal Pont, vorazes apreciadores de vinhos brancos, e minha esposaÉrika, que sempre prefere os brancos.

Saúde a todos!

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Direto! Sem rodeios, sem madeira: Covela Escolha Tinto 2012

29jan/15
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Interessante Vinho Verde com apenas uma uva: Covela Edição Nacional Avesso 2013

Há algum tempo tinha lido a história de como aQuinta de Covelahavia sido adquirida, em 2011, pelo brasileiro Marcelo Lima e pelo inglês Tony Smith, jornalista que trabalhou no Brasil como correspondente internacional. Porém, ainda não havia experimentado seus vinhos e tive oportunidade em dezembro de provar dois brancos e um tinto, que serão objeto de três postagens aqui no blog essa semana.
O surgimento da quinta remonta ao século 16 e conta ainda com ruínas datadas da época do Renascimento. Desde a aquisição a propriedade passou por recuperação de suas instalações e dos seus 49 hectares 18 são ocupados pelos vinhedos, com solos graníticos característicos da região dos Vinhos Verdes e xistosos da região produtora do Vinho do Porto.
Os vinhos estão sob a responsabilidade do enólogo Rui Cunha, que faz parte do projeto inicial desde 1992 e da elaboração dos vinhos Covela desde 1998.
Se você ficou interessado nessa história, indico a excelente matéria da Revista do Vinho, de Portugal, escrita por Alexandra Prado Coelho: O brasileiro, o britânico e a quinta de Manoel de Oliveira.
Vamos ao vinho!
É elaborado na região dos Vinhos Verdes, que tem inúmeras uvas brancas autorizadas para composição dos vinhos, especialmente alvarinho, avesso, azal, batoca, loureiro, arinto (pedernã) e trajadura. Mas, esse Covela é elaborado com 100% avesso, uma variedade de boa produtividade e rústica, também chamada de borral, bornal ou bornão.
O vinho tem 12,5% de álcool e estagiou um tempo sobre as borras da fermentação (sur lie). Foram elaboradas 25.000 garrafas.
Na taça tem coloração amarelo palha. Aromas em boa intensidade, frescor e mineralidade bem aparentes. Notas lembrando frutos brancos, amendoim e especiarias (alecrim) apareceram em alguns momentos. Em boca a mineralidade reaparece, com ótima acidez, deixando a boca salivando, indicando boa vocação gastronômica do vinhos. Final de média persistência.
Cuidado com a temperatura: servido muito fresco o vinho deixa de ser tão interessante. Sugiro algo entre 8º e 9ºC. Vinho refrescante, mas não deixaria de experimentá-lo com peixes grelhados ou comida japonesa.

Detalhes da compra:
É trazido ao Brasil pela Magnum Importadora, de Curitiba, e vendido em lojas virtuais na faixa dos R$89. Também degustaram o vinho os amigos Celso Lima e Mário Dal Pont, vorazes apreciadores de vinhos brancos, e minha esposa Érika, que sempre prefere os brancos.
Saúde a todos!

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Interessante Vinho Verde com apenas uma uva: Covela Edição Nacional Avesso 2013

29dez/14
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Os 10 vinhos mais interessantes que degustei em 2014

Mineralidade, frutas secas e oxidação: vinho para iniciados.

Pelo fato de participar constantemente de eventos, cursos e confrarias relacionadas ao “enomundo“, tenho a oportunidade de apreciar inúmeros vinhos. Mas, sem dúvida, há sempre aqueles que se destacam mais do que outros, seja por seus aromas e sabores, história ou procedência ou, ainda, por tudo isso junto. O fato é que em 2014 algum […]

Os 10 vinhos mais interessantes que degustei em 2014Blog Vinho Tinto.

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Os 10 vinhos mais interessantes que degustei em 2014

24out/14
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Chianti Poggio Capponi DOCG 2012

Tipo: Tinto.
Produtor: Fattoria di Poggio Capponi.
Origem: Comune di Montespertoli, Toscana, Itália.
Visual: Cor rubi claro com traços granada.
Olfato: Frutas em compota, especiarias, baunilha e chocolate.
Paladar: Boa acidez, corpo médio e final prolongado. O sabor reflete as características do olfato.
Outras considerações: Elaborado com as variedades Sangiovese, Canaiolo Nero e Colorino, o vinho maturou parcialmente (30%) em barricas de carvalho francês durante 18 meses e envelheceu três meses em garrafa antes de ser lançado no mercado. Sua graduação alcoólica é de 13%. O rótulo traz uma bonita ilustração de parcelas de vinhedos na zona demarcada de Chianti.
Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 65 [No Recife, na Importadora Trinacria(81) 9975-4072]

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Chianti Poggio Capponi DOCG 2012

01set/14
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O vinho da terra de Romeu e Julieta (#CBE)

Verona, localizada no Vêneto, norte da Itália, é lembrada mundialmente por ter sido o cenário da história de amor entre Romeu e Julieta, na peça escrita por William Shakespeare. Mas é também reconhecida por ser o lar do Valpolicella, vinho tinto leve e com pouco tanino elaborado com as uvas nativas Corvina, Rondinella e Molinara. Este clássico italiano foi a sugestão do confrade Alexandre Takei para ser o tema comentado hoje na Confraria Brasileira de Brasileira de Enoblogs (CBE). O meu rótulo foi o seguinte:

Valpolicella Classico Campo del Biotto 2012

Tipo: Tinto.
Produtor: Michele Castellani.
Origem: Vêneto, Itália.
Visual: Cor rubi de média intensidade.
Olfato: Exala jovialidade, com notas de frutas escuras frescas, como ameixa e amora, além de notas de mentol e especiarias.
Paladar: O sabor confirma as sensações sentidas no nariz. Taninos e acidez aparecem de forma equilibrada. De corpo médio, o vinho tem final longo e agradável.
Outras considerações: Elaborada com as uvas Corvina Veronese (70%), Rondinella (20%), Molinara (5%) e outras castas antigas típicas da região (5%), a bebida amadureceu em tanques de aço inox e apresenta 12,5% de álcool.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 75 (Importadora Decanter)

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O vinho da terra de Romeu e Julieta (#CBE)

28ago/14
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Barolo, Barbaresco? Não, Gattinara!

Gattinara é uma comuna italiana ao norte do Piemonte onde está a região demarcada de mesmo nome. Com Denominação de Origem Controlada e Garantida (DOCG), assim como seus famosos “conterrâneos” Barolo e Barbaresco, também tem em sua composição a uva Nebbiolo. A vantagem desse vinho é que ele é um pouco mais barato, porém mostra qualidade compatível aos outros dois citados. O Gattinara tem um pouco menos de corpo que o Barolo e o Barbaresco, mas também costuma exibir boa complexidade e capacidade de envelhecimento.
Tomei recentemente um rótulo desta DOCG que me foi presenteado por uma grande amiga e confesso que fiquei muito bem impressionada com o produto. Confira a avaliação:
Gattinara Travaglini 2007
Tipo: Tinto.
Produtor: Travaglini.
Origem: Toscana, Itália.
Visual: Cor rubi claro com traços alaranjados.
Olfato: Erva doce, canela, flores secas, morango, menta e discreto toque de couro.
Paladar: Corpo leve, taninos macios e final prolongado. As sensações do sabor são semelhantes às sentidas no nariz.
Outras considerações: Um vinho elegante, que se “abre” na taça mostrando a cada minuto uma diferente nuance. Elaborado 100% com a casta Nebbiolo, amadureceu três anos em madeira (sendo dois anos em carvalho esloveno) e mais três meses em garrafa. Possui 13,5% de álcool. Tem capacidade de melhorar com a guarda.
Classificação: Excelente.
Média de preço: No Brasil, R$ 178 (Importadora World Wine)

Original post:

Barolo, Barbaresco? Não, Gattinara!

28jul/14

Vinhaço: Valduero Crianza 2010

A Inovini, departamento de vinhos da importadora Aurora, está agora trazendo ao Brasil os rótulos da vinícola espanhola Valduero, localizada em Ribera del Duero. Fundada em 1984, a bodega se dedica à produção da uva Tinto Fino (Tempranillo) em vinhedos não irrigados e sem a utilização de aditivos químicos, apenas orgânicos. Confira avaliação do integrante mais jovem do portfólio:
Tipo: Tinto.
Produtor: Bodegas Valduero.
Origem: Ribera del Duero, Espanha.
Visual: Rubi com reflexos violáceos. Brilhante, com coloração de média intensidade.
Olfato: Rico em nuances, envolve notas de cravo, canela, frutas vermelhas maduras, baunilha, além de um toque terroso e de flores secas.
Paladar: Boa acidez, que confere frescor ao vinho. Corpo médio. Equilíbrio entre fruta e a madeira. O sabor corresponde às características do olfato. Macio, elegante e de boa persistência.
Outras considerações: Elaborado com a variedade Tinto Fino (Tempranillo) proveniente de vinhas com 30 anos de idade. Amadureceu 15 meses em barricas de carvalho francês e americano e envelheceu mais 12 meses em garrafa antes de ir para o mercado. O vinho tem 14% de álcool e ótimo caráter varietal.
Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 178 (Importadora Aurora/Inovini)

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Vinhaço: Valduero Crianza 2010