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06out/16
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Garantito Igp. Oddero Poderi e Cantine Barolo Villero in verticale (ma non solo)

di Lorenzo Colombo I giorni di Nebbiolo Prima sono sempre assai impegnativi, al mattino si assaggiano decine di vini (anche un centinaio), mentre i pomeriggi sono dedicati alle visite alla aziende del territorio che sempre organizzano particolari degustazioni, vecchie annate, verticali, orizzontali dei vai Cru etc. Nel pomeriggio di mercoledì 11 maggio, assieme ad un collega […]

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22jun/15
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Um belo exemplar de Pinot chileno: Arboleda Pinot Noir 2013

Participamos no último dia 10 de junho de mais uma degustação virtual promovida pelo Winebar, que contou com a presença da embaixatriz da Viña Arboleda, Maria Eugênia Chadwick (veja aqui). Fundada em 1999, a bodega é um projeto pessoal do respeitado Eduardo Chadwick na região do Aconcagua.
No último post (relembre) comentei Chardonnay da mesma safra 2013, com um excelente resultado na taça. Mas, hoje a vez é de um tinto também muito bom, elaborado com a queridinha (e incompreendida talvez na mesma proporção) Pinot Noir, originária da França, mas que dá bons resultados em várias partes do mundo, com estilos diferentes, nem sempre parecidos com os famosos e caros Borgonha.
O vinho de hoje envelheceu durante 12 meses em barricas de carvalho francês, sendo que 25% delas são novas. Interessante que a passagem de um ano por madeira não deixou o vinho amadeirado em exagero, ao contrário não escondeu a fruta e considero que o carvalho lhe deu complexidade e suas características estão em boa integração com o frutado.
Na taça a coloração é típica dos Pinot, um rubi de boa transparência. Nos aromas as tradicionais frutas vermelhas silvestres, cereja, algum floral e notas lembrando folhas secas. A madeira está discreta, com aromas levemente tostados.
Na boca tem corpo típicos dos Pinot do Novo Mundo, mas sem os exageros do álcool ou da madeira, algo que infelizmente acontece. Elegante, com boa acidez e taninos presentes, sem agressividade. Fruta exuberante se repetindo, com notas tostadas da madeira (sem excessos) e bom equilíbrio entre suas características. Refrescante. Tem final longo, repetindo tudo e dando vontade de mais uma taça.
Confesso que já bebi vários Borgonha mais acessíveis, procurando encontrar algum interessante e que caiba no meu bolso. Então, posso afirmar que pelo preço desse vinho encontrei muito poucos franceses com características tão interessantes.
*** Por favor, leiam o parágrafo acima novamente, para que não fique a impressão de que estou comparando os vinhos da Borgonha com os Pinot Noir do Chile. Combinado?
Para harmonizar com o vinho a vinícola indica pratos à base de aves, risotos delicados, importando que não sejam muito temperados.
Detalhes da compra:
O vinho é importado pela Expand e vendido em sua loja virtual por R$155, mas essa garrafa eu recebi em casa para participar de mais uma degustação virtual promovida pelo Winebar (veja aqui a entrevista completa).
Saúde a todos!

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Um belo exemplar de Pinot chileno: Arboleda Pinot Noir 2013

14abr/15
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Ristorante Micheloni a Lucca

di Riccardo Franchini Venerdì sera. Periferia di Lucca. Pioggia. Entriamo senza aver prenotato. Sala unica. Locale caldo. Elegante accogliente. Rosa salmone negli occhi e bottiglie di vino a parete. Buona musica di sottofondo. Proprietario ci riceve. Gentile e sorridente. Ragazza di sala carina e preparata. Accompagnati al nostro tavolo. Come sempre diventerà la tela dove […]

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Ristorante Micheloni a Lucca

24fev/15

La lenzuolata dei Rosso di Montalcino 2013 è proprio una bella lista per la spesa

La lenzuolata dei Rosso di Montalcino 2013 è proprio una bella lista per la spesa

Avere da assaggiare i Brunello di Montalcino 2010 e snobbarli per assaggiare i Rosso 2013 è un esercizio di stile notevole, con i suoi lati positivi: il servizio di sommelier scorre tranquillo, nessuno si accalca per ordinare i vini e … continua

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La lenzuolata dei Rosso di Montalcino 2013 è proprio una bella lista per la spesa

30dez/14
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Quinta do Mouro Vinha do Malhó 2009

Se há locais predestinados à produção de vinho de alto gabarito, a zona de Estremoz (Alentejo) é um desses sítios a ver pela quantidade de projectos e respectiva qualidade dos vinhos ali produzidos. A Quinta do Mouroé sem dúvida alguma um dos melhores exemplos do que de melhor se faz no Alentejo e em Portugal. Ali quem manda é o carismático produtor Miguel Louro, podendo mesmo afirmar que os grandes vinhos que ali são produzidos são frutos da sua teimosia e genialidade. O primeiro Quinta do Mouro saiu para o mercado em 1994, em 1999 foi lançado o ensaio daquele que é o mais cobiçado vinho do produtor, o Quinta do Mouro Rótulo Dourado. A última coqueluche a sair da adega dá pelo nome de Vinha do Malhó 2009, o primeiro vinho do produtor produzido apenas de uma vinha (2ha) plantada em 2001, a do Malhó, composta por duas parcelas na encosta em frente à casa da Quinta do Mouro. Localizada em solo de xisto, muito pobre, o rendimento é baixo e durante todos estes anos tem contribuído apenas para enriquecer o lote do Quinta do Mouro.

Estamos perante mais um vinho ao melhor estilo que Miguel Louro nos tem vindo a acostumar, uma vez que contrariando toda a equipa de enologia considerou que um dos lotes disponíveis se diferenciava com mais amargos, mais acidez, mais taninos, mais de tudo… as tais características únicas e com identidade suficiente para espelhar aquilo que Miguel Louro entende ser a Vinha do Malhó numa produção de 3.000 garrafas que só voltará a ser lançado com a colheita de 2012. Como já foi dito destaca-se pela frescura, pela solidez e profundidade que mostra mesmo sendo ainda um jovem com toda uma vida pela frente. Esse vigor sente-se no palato, dominado por taninos e fruta muito viva, segundo plano terroso e especiado num final muito longo e persistente. Elegante e provocador, uma verdadeira tentação naquele que é um dos melhores vinhos do produtor.96 pts

Publicado em Blend All About Wine Setembro 30, 2014

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Quinta do Mouro Vinha do Malhó 2009

15dez/14
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DV Catena Chardonnay/Chardonnay 2011


Tipo: Branco.
Produtor: Catena Zapata.
Origem: Mendoza, Argentina.
Visual: Cor amarelo dourado.
Olfato: Elegante aroma que envolve abacaxi, pêssego, além de notas minerais e tostadas.
Paladar: Encorpado, de excelente acidez e final prolongado. O sabor traz de volta as sensações do nariz e mostra um discreto toque de madeira proveniente do estágio em barricas.
Outras considerações: Belíssimo branco elaborado com uvas Chardonnay provenientes de diferentes microclimas da província de Mendoza, localizados entre 940 e 1.115 metros de altitude. Tem 14% de álcool.
Classificação: Excelente.
Média de preço: Comprado na Argentina por cerca de R$ 45. No Brasil, custa na faixa dos R$ 100 [importado pela Mistral].

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DV Catena Chardonnay/Chardonnay 2011

24out/14
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Alambre 20 Anos

Portugal é o único país do Mundo capaz de colocar à mesma mesa três generosos tão distintos e ao mesmo tempo de classe Mundial, provenientes de três regiões fantásticas e únicas. Estes vinhos são o Vinho do Porto, Vinho da Madeira e obviamente o Moscatel de Setúbal.
O Moscatel de Setúbal é um vinho generoso com Denominação de Origem Protegida (DOP) reconhecida desde 1907. No entanto, na José Maria da Fonsecaa produção destes vinhos remonta a 1834 o que possibilita ter um património inédito de vinho moscatel em stock.O Alambre 20 Anos é elaborado a partir da casta Moscatel plantada em solos argilo-calcários, que da produção anual vê uma parte ser destinada ao envelhecimento mais prolongado em cascos de madeira usada na mítica Adega dos Teares Velhos (Vila Nogueira de Azeitão).O vinho em causa é uma referência obrigatória e um dos meus favoritos, tendo lugar indiscutível entre os melhores vinhos doces de Portugal, com um preço que a rondar os 24€ lhe dá uma invejável relação preço/satisfação. Fruto de um conjunto de grandes envelhecidos e lotados com mestria, resulta um blend de 19 colheitas em que a mais nova tem pelo menos 20 anos e a mais antiga perto de 80 anos.
Muito complexo e intenso. Elegante, com notas de frutos secos e fruta passa, laranja cristalizada, mel, ligeiro vinagrinho, envolto em frescura e harmonia. Boca com grande presença, gordo mas com bastante frescura, macio com travo melado e de fruta, num final maravilhoso. É o par perfeito para acompanhar o final da noite com um bom chocolate negro com laranja ou simplesmente para abrilhantar um jantar de amigos em grande classe. 96 pts

Publicado em Junho 19, 2014 Blend All About Wine

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Alambre 20 Anos

27set/14
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Mais um bom vinho dos Campos de Cima da Serra: Fazenda Santa Rita Sauvignon Blanc 2013

Nome:Fazenda Santa Rita
Safra:2013
País:Brasil
Região:Muitos Capões, Campos de Cima da Serra
Produtor:Fazenda Santa Rita
Importador:-

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha:Cortiça
Numeração da garrafa:-
Preço:-
Onde foi comprado: Na loja da vinícola em Vacaria, RS
Quando foi comprado:Janeiro de 2014
Degustado em:21 de maio de 2014
Onde bebeu:Em casa
Harmonizado com: Comida Thai
Com quem:Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Apresenta Coloração amarelo palha e reflexos esverdeados. No aroma, predominam frutas cítricas, com notas de frutas tropicais como maracujá e goiaba. Possui acidez marcante, bom corpo e excelente frescor no final de boca. Harmoniza com carnes brancas, frutos do mar, saladas, massas e queijos leves.

Impressões da Rafaela
Achei que este vinho estava muito melhor agora do que quando o provamos em Vacaria. É muito gostoso, fácil de beber, fácil de gostar. Notas cítricas. Refrescante. Nesta semana, ficamos sabendo que a Paula e o Miguel agregaram à família mais um integrante: o Bono, cãozinho fofo. Fizemos um brinde ao Bono então.

Comentário do Claudio
Exame visual:Bem clarinho e transparente, leve reflexo dourado.
Exame olfativo:Um nariz surpreendente, bem aromático com notas que lembram maracujá.
Exame gustativo: Compramos este vinho na última vez que estivemos em Vacaria. Visitamos a loja da vinícola e resolvemos trazer uma garrafa deste Sauvignon Blanc. O Vinho me agradou muito. Elegante e delicado, mostrou boa acidez e claras notas cítricas que davam ao vinho um ótimo frescor. Estilo de vinho que gosto. As regiões mais altas e frias do Brasil estão mostrando bons resultados nesta direção. Notas de maçã verde aparecem no final de boca. Gostei e pretendo provar as novas safras para acompanhar a evolução da novata vinícola.

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Mais um bom vinho dos Campos de Cima da Serra: Fazenda Santa Rita Sauvignon Blanc 2013

01ago/14
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Prova dos Vinhos Cooperativa Agrícola do Távora

A cooperativa agrícola do Távora situa-se em Moimenta da Beira, agregando produtores da região. Produzem para além de vinho e espumante, maçãs, mais propriamente a tão famosa maçã “Bravo de esmolfe”. A cooperativa está pois localizada na Região Demarcada do “Távora – Varosa”, inserida entre a região do Douro e do Dão. Trata-se de uma região pequena em dimensão mas de onde saem sobretudo espumantes de grande qualidade, não só produzidos pela cooperativa sobre a marca “Terras do Demo”, bem como por exemplo a famosíssima Murganheira, também proveniente daquela região.
A cooperativa produz diversas referências de vinhos brancos, tintos e espumantes. Tive a oportunidade de provar em Luanda, no Hotel Baía, as referências “O Malhadinhas” e “Terras do Demo”, bem como os espumantes Rosé, Branco, Tinto e Reserva.
O Malhadinhas. O Branco, fresco e de piscina, sobretudo focado para momentos de descontracção. Leve e fácil, mas bastante agradável. Tinto também simples, de entrada, equilibardo e directo. Prefiro o branco. Ambos têm um PVP de arromba ~2,5€.

Terras do Demo. O Branco Seco, mais complexo e profundo que o Malhadinhas. Com passagem por madeira para lhe dar esse extra de complexidade. Focado no lado floral da Malvasia, com toque abaunilhado. Um pouco mais de volume de boca, seria o ideal. No entanto, trata-se de uma excelente relação qualidade-preço, tendo um pendor mais gastronómico que o Malhadinhas. PVP de arromba ~3,75€. O Reserva Tinto, tal como o Malhadinhas feito de uvas provenientes de associados das regiões circundantes à Távora Varosa, mais propriamente do Douro… uma vez que não se consegue obter um vinho tão equilibrado se tal não for efectuado. Trata-se de um vinho complexo qb, bom para o preço que representa, mas sem deslumbrar.PVP ~3,75€.

Espumantes Terras do Demo. Todos eles brutos.Terras do Demo Rosé. 100% produzido de Touriga Nacional. também denominado “olho de perdiz” tal a sua coloração ténue, rosada. Um espumante rosé delicado e floral, fresco, e equilibrado.Terras do Demo Branco. 100% produzido de Malvasia Fina. Cor citrina. Bolha fina e delicada. Muito fresco, com foco no lado floral e frutado da casta. Elegante e crocante, tem um final longo e persistente. Muito bem conseguido.Terras do Demo Tinto.100% Touriga Franca. Costuma-se dizer que os espumantes tintos não são para ser apreciados por qualquer um. Precisam de comida a acompanhar e normalmente são mais agrestes. Os clássicos espumantes tintos da Bairrada da casta Baga são disso um exemplo. Mas não é este o caso. Não senti agressividade de boca. Apenas um perfil mais vínico, num conjunto estranho, é verdade, mas que fiquei curioso em provar melhor a solo, com uma comida a preceito a acompanhar.PVP dos 3 espumantes ~7,5€

Provamos ainda um espumante Terras do Demo Reserva Bruto, denominado “Pata de Lebre” que tem aquela complexidade dos espumantes que sofrem estágio com madeira e afins, muito bom de aromas, cor e boca quase perfeita, não fosse um final demasiado curto, que na minha opinião pessoal, destoa o conjunto. Pena.PVP ~14.5€

Em suma, foi uma boa prova, onde claramente para mim o grande vencedor da noite foi o espumante branco bruto 100% Malvasia Fina. Não só o mais bem conseguido de todos, como sobretudo o que mostra melhor a região e a forma como a casta se comporta. Uma excelente relação qualidade-preço.
Muito obrigado pela oportunidade de participar no evento!

Sérgio Lopes

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Prova dos Vinhos Cooperativa Agrícola do Távora

08jul/14
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Ferrari: excelência italiana na taça

Quando se fala em Ferrari, é normal lembrarmos do famoso fabricante italiano de automóveis. Porém, a marca também é símbolo de excelência em espumantes. A Cantine Ferrari está localizada na região de Trentino, na Itália, onde desde 1902 dá origem a espumantes feitos pelo método clássico (com segunda fermentação em garrafa, assim como na região de Champagne, França). Aliás, foi a primeira casa italiana a elaborar espumantes através desta técnica. Hoje, os rótulos Ferrari são uma verdadeira lenda e símbolo internacional de qualidade.
Por ocasião da inauguração da casa de um amigo, compramos um dos rótulos da marca para presenteá-lo. Tive a oportunidade de brindar com a bebida e trago aqui as minhas impressões sobre ela:
Ferrari Maximum Brut


Tipo:
Espumante.
Produtor: Cantine Ferrari.
Origem: Trentino, Itália.
Visual: Cor verde limão. Borbulhas finas e intensas.
Olfato: Fino e delicado, traz notas de frutas brancas, floral, pão torrado e amêndoas.
Paladar: Cremoso, de ótima acidez e final prolongado. O sabor reproduz as sensações olfativas, onde se sobressaem os toques fermentados, e ainda mostra um toque de baunilha.
Outras considerações: Elaborado exclusivamente com uvas Chardonnay, a bebida maturou pelo menos 36 meses em contato com as leveduras. Tem 12,5% de álcool. Elegante, é realmente uma boa opção para um bom presente.

Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 150.

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Ferrari: excelência italiana na taça