Tag Archives: colheita

06abr/17
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Pinhal da Torre Tardio 2010

O Tardio da Pinhal da Torre (Alpiarça) apresenta-se como o Colheita Tardia deste produtor Ribatejano. A casta escolhida foi a Fernão Pires com fermentação em barrica.Longe de ser uma bomba de açúcar mostra-se muito preciso e delicado, com elegância e harmonia entre frescura/doçura. Destacam-se as notas finas de mel que lhe dá untuosidade embrulhando os citrinos em calda, fruto seco e floral ajudam a dar algo mais à fina complexidade do conjunto. O preço ronda os 20€, sirva fresco a acompanhar uma tarte fria de lima ou pêssegos assados com xarope de baunilha. 90 pts

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Pinhal da Torre Tardio 2010

15dez/16
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Dona Maria Colheita Tardia 2011

Uma “novidade” para muitos este Dona Maria Colheita Tardia 2011 com laivos de Sauternes, criado de raiz com as melhores uvas da casta Semillon ataca pelo fundo da podridão nobre. Passou um ano em barricas novas de carvalho francês de 400 litros e mais uma boa temporada em garrafa para serenar o espírito. Pouco ou nada puxado para as doçuras exageradas, é todo ele preciso tanto em aromas como sabores, envolto numa frescura suficiente para ter a vivacidade suficiente na boca e no nariz. Afinado e elegante, muito equilibrado, a botrytis sente-se ligeiramente em pano de fundo naquele toque extra à complexidade dominada pela fruta de caroço em calda. O preço atira-o para os 18-20€ sendo aposta ganha em noites de gala. 92 pts

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Dona Maria Colheita Tardia 2011

21dez/15
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Graham´s Colheita 1972

Após a aquisição da Graham’s pela familia Symington em 1970, Peter Symington, então enólogo principal da casa, escolheu este vinho oriundo das vinhas mais velhas da Quinta dos Malvedos e da Quinta das Lages. Acompanhando de perto ao longo da sua carreira o estágio deste Colheita 1972, Peter Symington passou esta responsabilidade para o seu filho Charles Symington quando se reformou. Provado por duas ocasiões, com preço a rondar os 225€, o vinho como seria de esperar após mais de 40 anos de estágio em madeira, apresenta-se complexo e profundo. Rico em detalhes dominado pelos aromas que invocam fruta desidratada com os alperces em destaque, geleia de laranja e cereja, frescura, caixa de charutos, fruto seco… Boca a condizer, amplo, frescura a contrabalançar com o toque de doçura numa elegância de conjunto notável. Enche o palato de sabor, muito boa presença e um final interminável, fantástico. 96 pts

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Graham´s Colheita 1972

17mar/15
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Vini: due straordinarie novità per il Porto Taylor’s

Vini: due straordinarie novità per il Porto Taylor'sQuest’anno la Taylor’s presenta a tutti gli appassionati italiani di Vini di Porto due sensazionali novità: il Colheita di (oltre) 50 anni e l’incredibile Millesimato 1863.

Il Colheita (in portoghese: raccolto) un Porto della tipologia Tawny che reca in etichetta l’anno della vendemmia. Ci lo rende particolarmente raro e ricercato, dal momento che i vecchi Tawny solitamente denunciano un invecchiamento medio (10, 20, 30, 40 anni) ma non un millesimo preciso. A partire da quest’anno, la Taylor’s mette in vendita alcuni rari Colheita di almeno 50 anni, cominciando con il 1964: il prodotto confezionato nella classica, elegantissima bottiglia satinata, ed custodito in un pregiato astuccio singolo in legno di quercia.
Il Millesimato 1863 prodotto con uve che sono state raccolte e vinificate prima dell’arrivo della fillossera, oltre 150 anni fa. Disponibile in quantit limitatissima, confezionato in decanter di cristallo e racchiuso in apposito cofanetto in legno. Ogni decanter reca un certificato firmato a mano dall’Amministratore Delegato della Taylor’s, Adrian Bridge. Il Millesimato 1863 gi stato degustato e apprezzato in anteprima da alcuni dei maggiori critici enologici del mondo.
Fondata nel 1692, la Taylor’s da sempre sinonimo di vini di Porto di eccellenza. Azienda ancora oggi a conduzione familiare, proprietaria delle Quintas (tenute) pi pregiate della regione portoghese dell’Alto Douro, la Taylor’s produce le sue uve e i suoi vini di Porto con quella accuratezza e quella competenza che la rendono assolutamente unica al mondo. Apprezzati dai conoscitori di tutti i continenti, i suoi prodotti ottengono regolarmente i maggiori riconoscimenti alle aste, nelle competizioni internazionali e sulla stampa specializzata di ogni Paese.
I vini di Porto Taylor’s sono distribuiti in esclusiva per l’Italia dalla Fratelli Rinaldi Importatori di Bologna (tel. 051 4217811, fax 051 242328, e-mail info@rinaldi.biz, www.rinaldi.biz).

Vini e Sapori: portale di informazione rivolto agli appassionati di enogastronomia con aggiornamenti e notizie fornite da uno staff di amanti del buon vino e dei sapori della buona tavola.
Web: www.viniesapori.net

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Vini: due straordinarie novità per il Porto Taylor’s

09mar/15
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Reviver o Passado: Tapada de Coelheiros

É segunda-feira. Vamos, por isso, a mais um exercício de treino da palavra. É preciso exercitar com regularidade a expressão escrita, jogar com as palavras, com expressões mais ou menos inusitadas, com a pontuação. Tenta-se evitar, deste modo, os tais erros que dizem fazermos com insistência. Acreditem que é uma actividade que devia ser praticada com exaustão, pela maior parte de nós e sem pretensões. E porque hoje o sol parece estar pujante lá no alto, até sou capaz de falar de assuntos mais simples.

Devo dizer que este vinho pertenceu, no passado, ao meu leque de escolhas. Juntamente com o tinto, na versão colheita ou garrafeira, fazia parte daquele grupo de vinhos que era preciso ter. Diria, sou eu que digo, que pertenciam à fina flor. Depois, também sou eu que digo, eclipsaram-se. Mas adiante.
Colheita de 2012
E castas à parte, aliás nunca consegui encontrar ou descortinar de forma vincada as nuances do chardonnay, diria que, passados largos anos, gostei francamente de (re)beber o vinho. Com alguma austeridade, com uma sobriedade que surpreendeu, ou não. Com uma secura e frescura que o colocava longe das brincadeiras mais leves, perfumadas e inócuas que geralmente vamos bebendo ou comprando, julgando que são o último grito de genuinidade. Apetece, por isso, dizer que foi bom reviver o passado. Os clássicos são sempre clássicos.

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Reviver o Passado: Tapada de Coelheiros

02mar/15
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Prova Essência do Vinho 2015

Realizou-se na passada semana, como habitualmente, no Palácio da Bolsa, a Essência do Vinho 2015.
Mais uma vez a adesão de público foi imensa, mesmo como o aumento significativo do preço dos bilhetes.
Nesta edição fui acompanhado por mais 3 amigos e provamos apenas vinhos do Porto Tawnies, Blend ou Colheitas com mais de 12 anos, e alguns 10 anos ainda não provados em edições anteriores.
Foram provados um total de 40 vinhos.

A lista de pontuações foi a seguinte:

A ordem apresentada foi a da prova.
Em termos absolutos os grandes vencedores foram:
-1º – Poças Colheita 1967 – 18,8 Pontos
-2º – Grahams 40 anos – 17,8 Pontos
-3º – Barros Very Old Tawny – 17,5 Pontos
Na categoria 20 anos foram provados 15 vinhos, ficando os primeiro lugares:
-1º – Quinta da Gaivosa 20 Anos / Ferreira 20 Anos
-2º – Poças 20 Anos / Optima 20 Anos
Na categoria 30 anos foram provados 6 vinhos, ficando os primeiro lugares:
-1º- DR 30 Anos
-2º- Barros 30 Anos
-3º- Quinta da Pacheca 30 Anos
E para o ano há mais…

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Prova Essência do Vinho 2015

07fev/15
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Curso Básico Turma “A”- Tradição, Conhecimento e Prática de vinhos

vinho 1

Curso Básico Turma “A”- Tradição, Conhecimento e Prática de vinhos LOCAL – Auditório do Shopping Pátio Brasil DATA – 10 de março, terça-feira HORÁRIO – 19h30 VALOR – Sócio R$ 450,00 e Não Sócio: R$ 495,00 CONTATO – Mediante reserva pelos telefones: (61) 3323-5321 ou (61) 3322-7138 ou pela internet: www.abs-brasilia.com.br / abs@abs-brasilia.com.br

Curso Básico Turma “A”- Tradição, Conhecimento e Prática de vinhosBlog Vinho Tinto.

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21dez/14
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Almoço de apresentação dos vinhos Herdade Paço do Conde no Bistro Ouvidor

Herdade Paço do Conde, 24 de maio de 2014, Bistro Ouvidor

No final de maio, fui convidado para participar de um evento bem interessante, o Almoçando com o Efraim, chef, sommelier e sócio do Bistrô Ouvidor, um simpático restaurante no centro do Rio. Nesta edição, o almoço contou com a apresentação dos vinhos portugueses da Herdade Paço do Conde, da importadora Porto Mediterrâneo. A Herdade Paço do Conde é uma vinícola alentejana que produz uma linha consistente de vinhos e um azeite excelente. Foi um almoço muito agradável onde tivemos a oportunidade de provar os seguintes vinhos:

- Herdade Paço do Conde Branco 2012: Um excelente vinho de entrada, muito fresco e de boa acidez, feito das uvas Antão Vaz e Arinto. Fácil de se beber e bom companheiro para entradas.

- Herdade Paço do Conde Rosé 2012:
Bastante aromático, final de boca agradável, leve e fácil de se beber. Feito com Aragonês e Touriga Nacional. Também da linha de entrada da vinícola.

- Herdade Paço do Conde Colheita Selecionada 2009:
Belo vinho tinto feito com um corte de 70% de Touriga Nacional e 30% de Syrah. De uma linha superior da vinícola, este vinho tem boa entrada em boca, apresentou taninos redondos, amaciados pelos 6 meses de passagem por barricas francesas. Bom corpo, boa fruta, leves notas vegetais no final de boca, cresceu muito com o prato servido a base de porco, se mostrou um bom companheiro para a comida. Vinho bastante interessante e que pode ainda crescer um pouco em garrafa.

Além dos ótimos vinhos, todos ficaram encantados com um excelente azeite produzido na vinícola. Vale a pena conhecer estes e os outros vinhos produzidos pela Herdade no Alentejo. Foi um belo almoço.

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Almoço de apresentação dos vinhos Herdade Paço do Conde no Bistro Ouvidor

16dez/14

O pior evento do ano…

No Sábado passado por entre a chuva e as confusões do trânsito de Lisboa, tive a sorte de momentos antes de sair do parque de estacionamento a coisa ter acalmado, prometia ser uma boa e feliz tarde de provas, mas estava e fui completamente enganado. Afinal de contas o motivo que me colocava no meio de Lisboa, ao frio e à chuva, era muito prometedor e anunciava-se como a prova dos GRANDES VINHOS PARA 2015 EM PORTUGAL! by FlyingWines.
O que prometiam foi o suficiente para me fazer deslocar e gastar dinheiro, afirmam-seaqui e passando a citar como “Um dos mais esperados eventos do Ano”, “Algo completamente novo no Mundo das Provas de Vinhos em Lisboa!” ou “Um evento único onde vai provar +50 Grandes Vinhos.”, “Uma experiência única, exclusiva, imperdível! ” com uma vasta lista de produtores tão variados como ALZINGER-AUSTRIA, COSSART GORDON-MADEIRA, DOMAINE SÉNÉCHAUX-FRANÇA, SA PRUM-ALEMANHA, SUSANA BALBO-ARGENTINA…
Agora digam lá se não é tentador e dá vontade de ir provar os vinhos destes e dos outros produtores ? A todos os que me perguntaram como correu a minha resposta foi sempre a mesma…ainda bem que não foram.
E digo ainda bem, porque toda a expectativa com que vamos, esbarra e morre no imediato de uma sala acanhada com grande parte dos vinhos amontoados onde se tinha de espreitar a ver quais eram as marcas em prova, a grande maioria dos produtores anunciados na dita “experiência única” apenas estavam representados com um vinho que parece ter sido ali colocado de castigo e que de “Grande” pouco ou nada tinha. A sensação de estar numa prova de bairro feita numa garagem onde alguém comprou umas garrafitas de genéricos para meter em prova e se meteu à porta a cobrar entrada, mas depois diz na rua que tem ali uma prova do caraças com n produtores presentes. Tirando caso como Druida/Outrora, Herdade do Portocarro, Quinta de S.José, Rovisco Garcia, Planeta, Rui Reguinga, tudo o resto me pareceu pouco, muito pouco, pelo contraste entre o apresentado e a gama de vinhos dos produtores anunciados.
Para exemplos e poderei citar bastantes, desde a Carvalheira(Bairrada) apenas constava um espumante, dos vinhos Susana Balbo apenas vislumbrei um Colheita Tardia, Alzinger apenas um vinho para espanto meu uma vez que estava perante o seu importador, para quem pensava que ia provar alguns vinhos Madeira da Cossart Gordon apenas encontrava um Bual 10 anos (apesar de numa lista constar outra referência) que ainda tive de chamar por ele de tão escondido que estava, Sénéchaux um dos motivos que me levou a ir nem sequer o vislumbrei, SA Prum apenas um vinho genérico meio perdido entre tantos outros, perguntei a um produtor presente por um dos seus vinhos e responde que apenas estava disponível para o jantar…será que ouvi bem?
Achei todo aquele momento uma autêntica vergonha pela falsa publicidade que fizeram passar. Antes de se apelidarem de evento (que estão ainda longe de o ser) deviam tentar aprender com quem sabe do assunto, basta colocar os olhos no Adegga Wine Market esse sim um dos mais esperados do ano, único e imperdível. Neste caso dei o meu tempo e dinheiro como perdido, tive de pedir desculpas a quem foi comigo e a reclamação que fiz no local apenas valeu um sorriso da outra parte.

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O pior evento do ano…