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07fev/15
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ABS-Brasília Mini Curso de Bacalhau com Antonio Duarte

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ABS-Brasília Mini Curso de Bacalhau com Antonio Duarte LOCAL – Antonello Monardo Caffé Espresso (CLS 201 Bloco B Loja 09, Asa Sul) DATA – 23 de fevereiro, segunda-feira HORÁRIO – 20h VALOR – R$ 180,00 CONTATO – Mediante reserva pelos telefones: (61) 3323-5321 ou (61) 3322-7138 ou pela internet: www.abs-brasilia.com.br / abs@abs-brasilia.com.br Venha aprender a confeccionar deliciosos pratos com bacalhau. Serão 2 (duas) receitas, […]

ABS-Brasília Mini Curso de Bacalhau com Antonio DuarteBlog Vinho Tinto.

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ABS-Brasília Mini Curso de Bacalhau com Antonio Duarte

18dez/14
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Festas 2014: Roteiro de cestas de Natal no Recife

Há bastante tempo, cestas contendo bebidas e guloseimas são uma opção bastante procurada para se presentear nesta época de Natal. Os vinhos então são itens indispensáveis na lista. Se você que agradar alguém que goste de comer e beber bem, aí vai um pequeno roteiro de onde encontrar diferentes opções de cestas e kits de Natal no Recife e arredores:

CASA DOS FRIOS


O mais tradicional endereço das comilanças de Natal no Recife traz este ano cestas com até 94 itens, entre os quais os tradicionais panetones, bolo de rolo, bolo de frutas, além de espumantes, vinhos, conservas e queijos. As opções são a partir de R$ 89.
A Casa dos Frios ainda oferece mais de 50 pratos por encomenda para as festas. As delícias, como o Bacalhau Espiritual, o Arroz de Pato e o Camarão à Marquesa são produzidos há quase seis décadas por Fernanda Dias e agora ganham uma releitura pelas mãos de Izabel Dias.
Casa dos Frios
Graças: Av. Rui Barbosa, 412,Graças. (81) 2125 0000
Boa Viagem: Av. Domingos Ferreira, 1920, Boa Viagem. (81) 2125 0231.
CAMPO DA SERRA


A Campo da Serra aposta nos seus principais produtos, os queijos especiais, para dar um toque especial às suas cestas e kits de Natal. Além de queijos Campo da Serra, estas cestas contêm vinhos, uísques, chocolates do chef Thiago Freitas, azeites, biscoitos, geleias artesanais, frutas secas, entre outros. O cliente pode montar os seus próprios kits com os produtos de sua preferência e de acordo com o seu bolso ou escolher um dos itens do catálogo no site www.campodaserra.com.br.
A marca também aposta nas peças inteiras de queijo (5kg) para decorar a mesa da ceia. Esses queijos variam de R$ 60 a R$ 100 o quilo, dependendo do tipo e do tempo de maturação. Um Emmental com até nove meses de maturação (selo prata) custa, por exemplo, R$ 68,39 o quilo.
Outro clássico Campo da Serra é o queijo do reino. Este vem embalado para presente em uma caixa especial e sai por R$ 55,99 o quilo.

Campo da Serra
Boa Viagem: Galeria Brennand Plaza. Av. Boa Viagem, 5354 (acesso pela R. Verdes Mares). Fone: (81) 3034.5354
Shopping RioMar: Avenida República do Líbano, 251, Pina, Piso G1. Fone: (81) 3034.5354
Gravatá: BR 232, Km 71, Gravatá (logo após a saída do túnel no sentido Recife-Gravatá). Fone: (81) 9465.6725
GRAND CRU


Vinhos, panetones, massas, queijos, doces, chocolate e outras delícias compõem as cestas natalinas da butique de vinhos Grand Cru, em Boa Viagem. São cinco opções com preços que variam entre R$ 98 até R$ 1.339, para a Cesta Reserva Especial, opção mais completa. Esta última inclui 19 itens, com vinho tinto e vinho branco da categoria especial, champagne, licor, uísque Johnnie Walker Black, queijo, massas, geleia, azeite, chocolate suíço, cookies e outros.
Entre as opções mais econômicas, está a Cesta Bourgeois, que custa R$ 98. O kit traz um espumante Nocturno (Argentina), um panetone decorado e barra de chocolate importado. A Cesta Classic, de R$ 182, oferece vinho tinto e branco da categoria clássica, além de outros detalhes como biscoito e geleia.
Mais recheadas, as Cestas Reserva e Grand Reserva, nos valores de R$ 334 e R$ 768, respectivamente, oferecem vinho tinto, vinho branco, espumante, licor e uísque, além de massas, champignon importado, aspargos, arroz arbóreo, penne importado, molhos, cookies, caixa de chocolate suíço e outros itens.

Grand Cru
Rua França Pereira, 146 – Boa Viagem. (81) 3031-2097.

LACOMEX
A importadora e distribuidora Lacomex está com um catálogo especial de fim de ano contendo cestas,packs e itens especiais.
As opções variam de R$ 65, com intens como espumante, queijo do reino, panetone, nozes e champanheira, e vão até R$ 1.400, com 21 produtos de alta qualidade, como Champagne Moet Chandon Brut Imperial Rosé, queijo do reino Polenghi, chocolate Lindt e Licor 43, entre outros.
Para baixar o catálogo, acesse o seguinte link: http://lacomex.com.br/catalogo-cestas-lacomex-2014.pdf

Lacomex
Zona Sul: Rua José da Silva Lucena, 273, Imbiribeira. Recife. (81) 3081-2131
Zona Norte: Av Rui Barbosa, 1105 (Toyolex),Graças, Recife. Fone: (81) 3038.4682

TIA DULCE


O restaurante e doceria Tia Dulce já é tradicional ponto de vendas de cestas de Natal em Olinda. A casa oferece opções que variam de R$ 49 a R$ 600. A Cesta Mini (R$ 49,90), por exemplo, contém uma geleia Queensberry (320g), chocolate alemão Schogetten (100g), castanha de caju (100g), vinho León de Tarapacá (375ml) e chocolate sonho de valsa (03 unidades).
Já a Cesta Diamante, com 18 itens, inclui dois uísques (Johnnie Walker Black e Grand MacNish), espumante Viña Mar, Vinho Gran tarapacá, Vinho do Porto Dow’s, queijo do reino Polenghi, entre outros.
A Tia Dulce também aceita opções de encomenda para as festas de fim de ano. Entre os pratos mais tradicionais da casa estão:
- Peru decorado com fios de ovos e frutas: R$ 44,70/kg
- Tender bolinha com fios de ovos: R$ 55,70/kg
- Lombo suíno fatiado: R$ 49,90/kg
- Bobó de camarão:R$ 57,90/kg
- Bacalhau Gomes de Sá: R$ 49,90/kg
- Bolo de frutas: R$ 44,90/kg
- Tortas diversas: a partir de R$ 34,90/kg
A loja ainda conta com vinhos importados, queijos do reino, panetones e vários produtos gourmet.

Tia Dulce
Rua do Sol, 487 – Carmo – Olinda. (81) 3429.2263
PORTUS DELICATESSEN
Irmã mais nova da Casa dos Frios, a Portus, no bairro da Jaqueira, também não fica atrás quando o assunto é cestas de natal.
A loja está oferecendo opções que vão de R$ 139 a R$ 1.290, com vinhos finoz, azeites uísques, geleias, panetones, chocolates e diversos outros produtos de qualidade.
O catálogo está disponivel no seguinte link: http://issuu.com/portusdelicatessen/docs/catalogo_portus_2014/1

Portus
Avenida Rosa e Silva, 1894, Jaqueira. (81) 3266-4043

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Festas 2014: Roteiro de cestas de Natal no Recife

21out/14
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“Cozinha Retrô” é o tema de Festival que começa hoje em Pernambuco

Inspirado no tema Cozinha Retrô, começa hoje (21) o 13º Festival do Festival Gastronômico de Pernambuco. Esta primeira etapa do evento acontece até o dia 26 de outubro e envolve a apresentação de 30 chefs, que irão apresentar clássicos do receituário internacional dos anos 70, 80 e 90 numa arena montada na Praça de Eventos do Shopping Tacaruna.
No espaço, serão ensinadas receitas tais como Bacalhau Dourado (César Santos), Lagosta ao Thermidor (Carmem Virgínia), Risoto de Pernil à Califórnia (Luciana Sultanum), Sanduíche Gelado Bossa Nova (Héllida Kelsch) e Tiramissu Revisitado (Alberto Bernardini).
As aulas são gratuitas e acontecem das 12h às 20h. Para participar, é necessário se inscrever até 15 minutos antes do início de cada apresentação. As turmas são limitadas a 50 pessoas e ao término de cada aula haverá degustação da receita ensinada.
No final de semana (25 e 26 de outubro) acontecerá também a Arena Kids, às 14h, com aulas para as crianças de 5 a 8 anos. Nesta edição, crianças entre 8 e 12 anos serão contempladas com a Arena Teen, que acontece em seguida, às 16h. Para a garotada, a organização do Festival escolheu receitas que podem ser facilmente preparadas em casa, sempre com a supervisão de um adulto. Entre as guloseimas estão pizzas, cupcakes, brigadeirão e madeleines.

SEGUNDA ETAPA – A segunda parte do Festival acontece a partir do dia 29 de outubro em 18 restaurantes pernambucanos. Durante três dias, em cada casa participante haverá um menu exclusivo, assinado a quatro mãos por um chef convidado e pelo anfitrião.

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“Cozinha Retrô” é o tema de Festival que começa hoje em Pernambuco

13jan/14
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Prova e partilha – Bacalhau da Islândia

Prova e Partilha - Bacalhau da IslandiaO bacalhau, para nós portugueses, é um peixe que dispensa apresentações. Há séculos nas nossas mesas, temos até mais de 1000 maneiras de cozinhar o bicho. Devido a uma forte campanha há uns anos, ficou enraizada a ideia de que o “bacalhau é da Noruega”. Na verdade a maior parte vem de lá, pois é o maior exportador de bacalhau do Mundo, mas a Rússia e a Islândia também são players importantes.

E para começar o ano, é do bacalhau islandês que venho aqui hoje falar. No passado mês de Novembro, passou pela Gare do Oriente, em Lisboa, a Eldhús Hús (casa de pesca tipicamente islandesa) com o lema “Prova e partilha” para promover o bacalhau da Islândia. Segundo os entendidos o bacalhau islandês é o melhor do Mundo (sendo também por isso cerca de 10% mais caro que o norueguês e o russo). É verdade, já não bastava terem saído rapidamente da crise, terem a Björk, os Sigur Rós e os Múm, como ainda têm o melhor bacalhau.

Uma das explicações para a qualidade deve-se ao facto de o bacalhau ali não migrar, permitindo a pesca durante todo o ano e não apenas durante 4 meses como em outros países “produtores”, onde os pescam durante a migração. Além disso o peixe é logo levado para terra no dia em que é pescado e processado de acordo com o gosto dos países para onde exportam. No nosso caso, fazem logo a salga.

A pesca é um sector fortíssimo na Islândia, tendo sido boa ajuda quando a crise estalou por lá. Representa 11% do PIB e 42% das exportações. Quando olhamos para a qualidade do nosso peixe e para estado das nossas pescas e vemos estes números nem há muita coisa a dizer… 

Mas como mais importante que a teoria é a prática, seguiu-se uma “excursão” até ao restaurante Chefe Cordeiro, no Terreiro do Paço, para um menú de bacalhau islandês.

Como amuse-bouche, foi servido um pequeno Torricado de Bacalhau. A foto que meti na altura no Facebook causou alguma comichão a um ribatejano, que se sentiu ferido na sua masculinidade por um prato ribatejano ter uma aparência toda “pipi”. É verdade que o pão era um quadradinho com o bacalhau assado por cima e não aquele prato de encher o bandulho de onde vem o nome, mas o que é certo é que o sabor intenso do bacalhau assado estava lá e entranhava no pão como é esperado no prato. Acho que até o ribatejano ia gostar.

Seguiu-se um pastel de bacalhau acabado de fritar, super estaladiço, dos melhores que comi nos últimos tempos.

Veio então uma canja de bacalhau, em que o prato veio para a mesa com um pequeno centro com bacalhau e ovo de cordorniz e então, já à nossa frente, era adicionado o molho. Eu não sou muito de sopas que metam animais do mar, mas a combinação de sabores estava óptima. Mas se não tivesse ouvido o nome acho que não me lembraria de associar o prato a uma canja. 

O prato seguinte, que quando vimos pensámos que era Bacalhau à Braz, era afinal um Bacalhau à Lisbonense. Confesso que, tirando uns pormenores que eram um toque pessoal da casa, não percebi a diferença. Foi-nos dito que era por a batata ser cortada mais fina. Na altura googlei no telemóvel e encontrei um artigo que dizia que quando leva cebola deixa de ser à Braz e passa a ser à Lisbonense, mas o prato já se estava a rir para mim e acabei por esquecer o assunto e largar a pesquisa. Mas o Rui Barradas Pereira, que também esteve no almoço, já teve tempo e paciência para estudar o assunto. Por isso, se quiserem saber mais sobre esta diferença, podem dar uma olhada aqui para ficarem mais elucidados e também para terem outra opinião sobre esta apresentação. Quando ao prato em si, mais uma vez muito bem executado. A textura então estava irrepreensível.

Para finalizar, veio o prato que faltava para comprovar a qualidade do bacalhau: Uma posta confitada em azeite com broa. Não apreciei muito o creme de batata que o acompanhou, mas o bacalhau em si estava daqui (polegar e indicador a pegar no lóbulo da orelha), a lascar na perfeição.

Depois ainda vieram umas farófias e a piada mais ouvida foi, obviamente, que as farófias também eram de bacalhau.

Não sei se o bacalhau islandês é o melhor do mundo ou não, nem era esse o objectivo da apresentação. Mas que tem boa qualidade, lá isso tem. Vale a pena conhecer.

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Prova e partilha – Bacalhau da Islândia

15abr/09

Comer em bom Porto

Não são críticas nem reportagens, são apenas algumas crónicas sobre os tascos que me têm feito sentir bem no (grande) Porto. O Porto é mais que francesinhas e tripas. É mais que cervejarias e marisqueiras.

Pizzaria Casa D’Oro
Fui, num dia solarengo de Março à parte de cima do Casa D’Oro, ali bem perto da da base da Ponte da Arrabida. Está-se bem, o ambiente é informal, barulhento e perfeito para quem quer comer uma pizza de grande nível sem se preocupar com a etiqueta. Mesa corrida, estilo cantina, sem toalhas e outros adereços.
Água San Pellegrino, bons grisinis, acelgas salteadas com alho muito saborosas embora um pouco cozidas demais. Prefiro sentir, tal como no espinafre, um ligeiro “crack” ao trincar. Pedimos duas pizzas, os tamanhos são generosos, massa finíssima, crocante e muito bem trabalhada. De longe a melhor pizza do Porto e arredores. A minha com beringelas e parmesão estava simplesmente divinal. A outra, de cogumelos, estava bastante boa embora os cogumelos (brancos, de Paris) não fossem nada de especial, apesar de frescos.
Pizzas fantásticas, massa leve e muito delicada. A repetir, vezes sem conta. Pela minha parte, perdi vontade de ir a outras pizzarias cá no Porto. Al Forno, San Martin, Toscana e Meidin são boas, mas estas são fantásticas.

Degusto
É o restaurante onde mais vou na cidade do Porto. (Pra mim o Porto é Porto, Matosinhos, Maia, Gaia…) Cada vez mais prático e acessível. Degusto Easy! Se vos disser que por 19,90 comem entrada, prato e sobremesa… a la carte! E não é só aos almoços, é de Segunda a Sábado, non stop. É o restaurante para os wine-freaks, mas também um bom restaurante cosmopolita, bem decorado, capaz de funcionar muito bem para jantares de grupos, onde a farra impera, assim como consegue criar um recanto para dois, intimista e romântico. Já lá fui nas duas situações e é sempre top.
Algumas variações de dias para dias, a fasquia não está alta, mas a comida sabe bem e a apresentação é cuidada. Para quem lá for e não souber ao que vai, peça o Atum Marinado, a Tarte de Caça com palha de alho francês ou o Creme de couve-flor com amêndoa. Entradas muito apetitosas e bem confeccionadas. Se tiver estofo e muita fome, peça a Vitela “de comer à colher” sobre dobrada com feijão branco. A Vitela é simplesmente sublime, muito tenra, de comer à colher, literalmente! Cozinhada a vácuo ou a baixa temperatura, durante horas e horas certamente. Já a dobrada, metendo as tripas de lado, tem o feijão branco no ponto, mas o prato como é óbvio pesa um pouco. A dose é absolutamente pornográfica, como diz um amigo meu.
Serviço de vinhos irrepriensível, como sempre. Copos excelentes, pessoas informadas com o Sérgio Pereira a comandar a tropa. Pena é que os preços de alguns tenham começado a subir, sem razão aparente. Mas também não se pode ter tudo! Vai continuar a ser o meu restaurante. Sinto-me bem lá.

O Pombeiro
Junto à Rua de Vale Formoso, bem perto da Igreja Universal do Reino de Deus fica um dos restaurantes tradicionais mais porreiros que conheço no Porto. Não vamos lá para comer comida requintada, com grandes apresentações e nomes mais compridos que sei lá o quê. Aqui, no Pombeiro tudo cheira bem, tudo sabe bem e tudo é feito com boa matéria prima. Fantástica bola de carne, torrada no momento. Tostada e crocante sabe mesmo bem. Depois nos pratos é deixar-se levar pelas sugestões. Arroz de grelos com entrecosto. Alheira de caça com maçã e migas… Bom porco preto, fantástica costela mendinha… De realçar o site ww.restaurantepombeiro.com com um pop-up diário com a ementa. O vinho aqui não é o forte, o que é pena. Com alguma astúcia lá se leva uma garrafinha quando a mesa é grande. Come-se bem e barato. Nunca paguei mais que 15 euros. E saí de lá sempre bem aviado.

A Casinha
Junto ao Aeroporto. A Casinha é mesmo uma casinha. Sala bem decorada, com copos Schott de grande nível (não tem a linha mais barata, julgo serem da linha Diva). Os preços são um pouco puxadotes para o restaurante, mas também não são nenhum crime. Boas entradas, pãozinho cozido na hora (provavelmente pré-cozido e congelado). Alheira com grelos de fazer inveja a muita gente de Mirandela. Provavelmente a melhor alheira que alguma vez comi foi aqui. O Bacalhau com natas é genial. Pior é o tratamento nas carnes, principalmente no magret de pato. Queimado por fora e bastante passado por dentro, porque foi ao forno. Embora tenha pedido mal passado, veio excessivamente passado. Carta de vinhos muito completa, mas puxadita nos preços. É preciso saber escolher e perder algum tempo a ler a lista. Quinta da Dôna 2003 a um preço “normal” foi a minha escolha. Um bom restaurante, com um atendimento personalizado e muito educado pelo proprietário, Sr.Victor.

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Comer em bom Porto