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22jun/15
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Um belo exemplar de Pinot chileno: Arboleda Pinot Noir 2013

Participamos no último dia 10 de junho de mais uma degustação virtual promovida pelo Winebar, que contou com a presença da embaixatriz da Viña Arboleda, Maria Eugênia Chadwick (veja aqui). Fundada em 1999, a bodega é um projeto pessoal do respeitado Eduardo Chadwick na região do Aconcagua.
No último post (relembre) comentei Chardonnay da mesma safra 2013, com um excelente resultado na taça. Mas, hoje a vez é de um tinto também muito bom, elaborado com a queridinha (e incompreendida talvez na mesma proporção) Pinot Noir, originária da França, mas que dá bons resultados em várias partes do mundo, com estilos diferentes, nem sempre parecidos com os famosos e caros Borgonha.
O vinho de hoje envelheceu durante 12 meses em barricas de carvalho francês, sendo que 25% delas são novas. Interessante que a passagem de um ano por madeira não deixou o vinho amadeirado em exagero, ao contrário não escondeu a fruta e considero que o carvalho lhe deu complexidade e suas características estão em boa integração com o frutado.
Na taça a coloração é típica dos Pinot, um rubi de boa transparência. Nos aromas as tradicionais frutas vermelhas silvestres, cereja, algum floral e notas lembrando folhas secas. A madeira está discreta, com aromas levemente tostados.
Na boca tem corpo típicos dos Pinot do Novo Mundo, mas sem os exageros do álcool ou da madeira, algo que infelizmente acontece. Elegante, com boa acidez e taninos presentes, sem agressividade. Fruta exuberante se repetindo, com notas tostadas da madeira (sem excessos) e bom equilíbrio entre suas características. Refrescante. Tem final longo, repetindo tudo e dando vontade de mais uma taça.
Confesso que já bebi vários Borgonha mais acessíveis, procurando encontrar algum interessante e que caiba no meu bolso. Então, posso afirmar que pelo preço desse vinho encontrei muito poucos franceses com características tão interessantes.
*** Por favor, leiam o parágrafo acima novamente, para que não fique a impressão de que estou comparando os vinhos da Borgonha com os Pinot Noir do Chile. Combinado?
Para harmonizar com o vinho a vinícola indica pratos à base de aves, risotos delicados, importando que não sejam muito temperados.
Detalhes da compra:
O vinho é importado pela Expand e vendido em sua loja virtual por R$155, mas essa garrafa eu recebi em casa para participar de mais uma degustação virtual promovida pelo Winebar (veja aqui a entrevista completa).
Saúde a todos!

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Um belo exemplar de Pinot chileno: Arboleda Pinot Noir 2013

15jun/15
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Branco chileno de personalidade, maduro e ideal para sushi: Arboleda Chardonnay 2013

Participamos no último dia 10 de junho de mais uma degustação virtual promovida pelo Winebar, dessa vez entrevistando a Maria Eugênia Chadwick, embaixadora internacional da marcaViña Arboleda, fundada em 1999. É um projeto pessoal do respeitado Eduardo Chadwick na região do Aconcagua, cujo nome é uma homenagem às árvores nativas preservadas em suas vinhas. Em seus vinhedos.

Em seus vinhedos cultiva as brancas chardonnay e sauvignon blanc, além das tintas pinot noir, carmenère, syrah e cabernet sauvignon. Particularmente gostamos muito dos vinhos de regiões mais costeiras do Chile, como San Antonio, Leyda e Casablanca.

O vinho de hoje, um 100% chardonnay, foi premiado recentemente no Japão com o título de “Melhor Vinho para Sushi”, pela Asian Food Sushi, num painel que reuniu 340 especialistas. Segundo enfatizou a assessoria de imprensa, “os juízes enfatizaram a acidez e aroma de laranja misturado com notas sutis de frutas tropicais como manga e abacaxi, deixando a boca com mineralidade refrescante, principais características que o levaram à premiação. Estas características, juntamente com a densidade e viscosidade, alcançam uma combinação perfeita com ingredientes ricos em gordura, como queijo, creme sushi, abacate, camarão, e única e irrepetível geração de salmão”.

Durante a vinificação o vinho é fermentado integralmente em barricas de carvalho francês (30% novas). A alguns dos lotes foram inseridas leveduras selecionadas, enquanto uma grande parte (44%) foi fermentada em barricas, usando leveduras silvestres naturalmente presentes na pele das uvas. Depois disso, passou dez meses por envelhecimento sur lieparaganhar complexidade.

Vamos ao vinho!

Na taça apresenta coloração amarelo-palha. Bem aromático, predominando notas maduras, de frutos brancos e tropicais como abacaxi em calda, maracujá doce e boa presença do tostado da passagem por barricas de carvalho.
Na boca é intenso em sabores. Vinho maduro, de acidez mediana e boa complexidade. Frutos tropicais bem maduros, madeira dando recado, mas sem deixar o vinho pouco interessante. Refrescante e de personalidade. Final médio-longo, repetindo no palato todas as características percebidas no nariz e na boca.

Ao ler a descrição acima – a respeito do uso da madeira e do envelhecimento sobre as borras da fermentação – poderíamos imaginar um vinho pesadão, que fosse difícil de agradar até o último gole, porque é comum encontrarmos vinhos assim por aí. Mas, não foi o caso desse.

A harmonização poderia ser com carnes brancas, aves e queijos brancos. Um vinho maduro, com boa capacidade para harmonizações, mas aqui em casa testamos com sushis que nossa filha adora. Ficou muito bom!

Detalhes da compra:

O vinho é importado pela Expand e vendido em sua loja virtual por R$120, mas essa garrafa eu recebi em casa para participar de mais uma degustação virtual promovida pelo Winebar (veja aqui).

Saúde a todos!

Original article - 

Branco chileno de personalidade, maduro e ideal para sushi: Arboleda Chardonnay 2013

12fev/15
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Direto! Sem rodeios, sem madeira: Covela Escolha Tinto 2012

Esse foi o terceiro vinho da Quinta de Covelaque tive oportunidade de provar em dezembro. Os dois vinhos brancos já foram publicados no fim de janeiro e na última segunda-feira. No post do dia 29/1 você poderá saber um pouco sobre a história da vinícola e sua aquisição por novos proprietários em 2011, um deles brasileiro.

Esse tinto foi elaborado para ser descontraído, franco, com a fruta bem presente porque não tem passagem por madeira. Foram produzidas apenas 7.000 garrafas. As uvas utilizadas são touriga nacional, cabernet franc e merlot.

Na taça a cor é rubi, com reflexos violáceos. Aromas lembrando frutos silvestres, cerejas e algo de chocolate. A complexidade aromática não provém da madeira, mas das próprias variedades utilizadas. Na boca tem corpo leve-médio, com taninos finos, com alguma rascância ainda e boa acidez. Refrescante e gastronômico. Final de boa persistência, com muita fruta.
Pela sua estrutura pode ser servido a uma temperatura mais baixa do que para a maioria dos tintos aqui no Brasil. Sugiro algo na casa dos 15-16ºC. Acompanhará bem pratos da culinária portuguesa, claro, mas pode ser um bom par para massas com molhos vermelhos, substituindo a tradicional harmonização que fazemos com o Chianti, escolha costumeira por sua boa acidez.
Detalhes da compra:

É trazido ao Brasil pelaMagnum Importadora, de Curitiba, e vendido em lojas virtuais na faixa dosR$175. Também degustaram o vinho os amigosCelso LimaeMário Dal Pont, vorazes apreciadores de vinhos brancos, e minha esposaÉrika, que sempre prefere os brancos.

Saúde a todos!

Credit: 

Direto! Sem rodeios, sem madeira: Covela Escolha Tinto 2012

31dez/14
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Gosta de harmonizações pouco comuns? Veja essa que fizemos com o Domaine Laroche Chablis AOP 2012 #CBE

Estive em débito com meus confrades da Confraria Brasileira de Enoblogs – CBE, mas prometi colocar os textos em dia ainda em 2014 e com essa publicação cumpro meu objetivo, esperando que no próximo ano as postagens não se acumulem tanto.

O tema “Chablis, qualquer faixa de preço e qualquer classificação” foi escolhido pelo confrade Marcello Galvão, do blog Agenda de Vinhos, e deveria ter sido publicado em 1º de julho.
Para lembrar, esses vinhos são elaborados com uvas 100% chardonnay, com ou sem passagem por barricas de carvalho, na região francesa de Chablis, localizada no norte da Borgonha. Seu reconhecimento legal como AOC (hoje AOP) aconteceu em janeiro de 1938.
Os vinhos dessa região, em virtude do solo pedregoso e em muitos casos repleto de ostras fossilizadas, tem uma característica marcante de mineralidade, distanciando-se dos chardonnay extremamente frutados e tropicais do Novo Mundo. Além disso, têm grande acidez, provocando na boca a necessidade de acompanhamento.
Há quatro classificações na região: Petit Chablis, criada em janeiro de 1944 para designar os vinhos mais simples ali elaborados e cujos vinhedos estão localizados em áreas mais periféricas da região. São mais simples, leves e jovens, de preço mais acessível; Chalis AOP, a mais extensa das denominações, com vinhos de qualidade superior à classificação anterior, mas ainda básicos; Chablis Premier Cru, um grupo bem restrito formado por apenas 17 produtores, cujos vinhos trazem no rótulo a indicação do vinhedo autorizado; e a mais alta gama de vinhos, Chablis Grand Cru, formada por sete vinhedos localizados em uma única colina perto da cidade de Chablis. Esses vinhos são dos poucos que passam por carvalho para ganhar complexidade e corpo, sem abrir mão da acidez, podendo estar em plena forma com 15-20 anos de idade. Obviamente, são os mais caros dentre todos.
Mapa com as classificações de Chablis. Fonte: Vins de Bourgogne.
Vamos ao vinho de hoje: é elaborado pelo Domaine Laroche, cuja história tem início em 1850 na região de Chablis, na Borgonha, mas expandiu-se para elaboração de vinhos no Sul da França e além das fronteiras europeias, no Chile e na África do Sul. Em nosso vizinho sul-americano elaboram pinot noir, chardonnay e sauvignon blanc, no Vale de Casablanca, além de um carmenère (Vale de Colchagua) e um cabernet sauvignon (Vale do Maipo).
Na taça o vinho tem coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados. Aromas intensos, frutos brancos maduros, notas cítricas e discreto mineral. Esperava mais mineralidade para um Chablis, mesmo sendo mais simples como esse. Na boca tem corpo leve, fruta cítrica mais abundante, boa acidez, a mineralidade continua discreta, mas aparecendo mais que no nariz.

Final persistente, com palato marcado pela citricidade e notas de mel em segundo plano. Aqui as notas minerais apareceram em maior intensidade. Detalhe importante: a uma temperatura mais alta a complexidade aumenta. Se servido muito gelado pode mascarar as boas características do vinho.

Não tem passagem por madeira, mas fica seis meses em tanques de inox para ganhar mais equilíbrio. Também é filtrado levemente na tentativa de preservar as características da fruta. O álcool a 12% deixa o vinho mais delicado e menos potente como o nosso costume aqui pela América do Sul.


Harmonização:

Para quem é goiano ou mineiro, o pequi é uma iguaria que se come desde criança. Mas, se você não é da região provavelmente vai ter dificuldade com a comida. Primeiro porque o aroma exótico chega a espantar algumas pessoas da cozinha, embora seja muitíssimo agradável. Ao comê-lo é necessário cuidado, porque seus caroços têm espinhos logo abaixo da polpa, então não é indicado que se vá com muita sede ao pote. Quem não se lembra do episódio em que o senador Saturnino Braga (RJ) teve que retirar mais de 40 espinhos da língua ao comer uma galinha com pequi, em Pirenópolis (GO)?

Pois bem. Aqui em casa a Érika nos surpreendeu ao fazer um arroz com frango e pequi, mas sem usar os frutos, apenas o caldo que tinha sobrado do dia anterior. Aliás, tínhamos falado justamente sobre a possibilidade de um risoto com pequi e ela veio com essa improvisação sensacional, que harmonizou-se perfeitamente com o Chablis.

Que me perdoem os mais sofisticados, mas até parece que Pequi e Chablis nasceram um para o outro!!!

Detalhes da compra:
Esse vinho é importado pela World Wine, mas comprei a garrafa no início de novembro, pagando R$116, no site da Wine.
* Esse é o 101º vinho que comento para nossa Confraria Brasileira de Enoblogs – CBE e o 959º desde o início do blog, em 2006.
Saúde a todos e feliz 2015, com muitos momentos que mereçam uma taça de vinho!

From: 

Gosta de harmonizações pouco comuns? Veja essa que fizemos com o Domaine Laroche Chablis AOP 2012 #CBE

20out/14
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Um super vinho: Don Tommaso Chianti Classico 2007 (pena que não é pro meu bolso)

Guardei esse vinho com carinho por um tempo, devidamente climatizado. Queria experimentar um Chianti com um pouco mais de tempo em garrafa pra ver como se comportaria, até porque pela faixa de preços esse aqui poderia (pelo menos em tese) suportar bem um tempo de guarda.
Não deu outra. Um super vinho, bebido na companhia especial dos amigos do Le Vin au Blog e Vivendo Vinhos, que sempre comentam que os vinhos italianos estão presentes nos encontros de blogueiros. Por que será?
Pois bem. O vinho é elaborado pela Principe Corsinina região de Chianti Classico. A família tem história que remonta ao ano 1000, mas somente em 1992 começaram a produção de seus vinhos.
Para esse tinto a vinícola utiliza duas variedades, a clássica Sangiovese (80%), mas com uma pitada de Merlot (20%). Tem passagem de 15 meses madeira francesa, sendo 70% por barricas novas e 30% por barricas de segundo uso. Tem 14,5% de álcool.

A bonita propriedade de Villa le Corti, em Chianti Classico. Foto: Principe Corsini / Divulgação

Na taça apresentou coloração rubi. No nariz uma boa complexidade, lembrando frutos negros, pimenta, e um elegante tostado vindo da madeira. Na primeira taça servida a madeira estava bem presente, mas depois de um tempo o vinho “abriu-se” deixando a fruta ficar mais presente. Isso indica que um tempo no decanter para aeração pode deixar o vinho melhor desde o início da degustação, no mínimo uns 30 minutos.
Em boca tem bom corpo, fruta e madeira bem integrados, taninos finos e acidez lá em cima. Final de grande persistência, marcado por frutado em boa intensidade e notas de tabaco e café, provenientes da madeira.
Nem é preciso comentar a vocação gastronômica de um vinho desses e arrisco a dizer que às cegas estaria mais próximo de um supertoscano do que de um Chianti. Grande personalidade e muito prazeroso, mas ainda parece jovem apesar dos sete anos em garrafa. Ganhará complexidade com mais algum tempo em guarda, talvez uns 3-4 anos.
Detalhes da compra:
Essa garrafa me foi enviada pela importadora, a Domno do Brasil. É vendido em lojas virtuais a preços variando entre R$321 e R$388.

Como disse no título da postagem, não é um vinho na faixa de preços a que estou acostumado. Mas, se você pode comprar e/ou gosta de vinhos super especiais, não exite. Pode até me convidar para uma taça que, humildemente, eu aceito.

Saúde a todos!

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Um super vinho: Don Tommaso Chianti Classico 2007 (pena que não é pro meu bolso)

08ago/14
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Um ótimo vinho de guarda argentino: Afincado Malbec 2006

Um malbec que se comportou muito bem durante esses anos em garrafa.

Guardei esse vinho por uns três anos. Devidamente climatizado, esperava uma ocasião especial para ser aberto. Então, em junho tive uma boa oportunidade para abri-lo quando o amigo Cristiano Orlandi (Vivendo Vinhos) e a Valdirene, sua esposa, vieram por essas bandas.
Esse argentino é um vinho de guarda e pertence a uma linha com vinhos muitíssimo seguros, elaborados pela Terrazas de Los Andes. As uvas são de uma safra excelente em Mendoza e teve passagem por barricas de carvalho, mas não encontrei informações a respeito.
Na taça coloração rubi, lacrimoso. Aromas em boa intensidade, frutos negros, chocolate, ervas aromáticas. Na boca tem bom corpo, bem harmônico, com taninos finos e acidez mediana. Bom volume, equilíbrio e elegância, com final bem longo e prazeroso. Palato marcado pela boa fruta e por tostado da madeira.
Acompanhou bem as carnes do churrasco. Envelheceu muito bem e mesmo com 8 anos ainda tinha muito a oferecer. Pena que só tínhamos uma garrafa para aproveitar, porque deu vontade de abrir outra.
Enfim, mais uma prova da importância de se ter boas amizades, porque através delas sempre temos motivos para abrirmos a adega!
Detalhes da compra:
Sinceramente, não me lembro quanto paguei por essa garrafa há três anos, mas certamente foi algo superior a R$200.
Saúde a todos!

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Um ótimo vinho de guarda argentino: Afincado Malbec 2006

28abr/14
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O vinho de nº 900 aqui no blog: Vertente Tinto Douro DOC 2009

Ótimo vinho do Douro que alia potência e elegância.
Estava escrevendo esse post e me ocorreu de contar quantos vinhos já haviam sido comentados por aqui e, para minha alegria, foram publicados 899 vinhos, de modo que esse tinto português acabou ocupando um lugar importante porque é o 900º (nongentésimo) vinho do blog. 
Foi degustado juntamente com os dois Conversa (branco e tinto) já comentados aqui na última semana. Mas, esse faz parte de uma linha superior, que a Niepoort intitula “Vinhos do Douro”, e isso é percebido não só pelo preço mais alto, como pela estrutura, complexidade e capacidade de guarda do vinho. 
As uvas são as tradicionais do Douro, principalmente Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Amarela e Touriga Nacional, vindas de plantas com idade entre 20 e 70 anos. Passou 18 meses em barricas de carvalho francês, 30% das quais de madeira nova, onde decorreu a fermentação maloláctica (como?). Tem 13,5% de teor alcoólico.
 
Na taça a cor é rubi. Aromas intensos, com madeira em primeiro plano logo após ser servido, com lembrança de baunilha e cedro. Depois de um tempo aparecem as notas de frutos negros e vermelhos, pimenta e notas minerais discretas. 
Na boca tem bom corpo, taninos com leve adstringência, indicando que vão ficar mais macios com um tempo em garrafa. Não tem uma acidez tão impactante, mas tem bom frescor. Final persistente, com madeira marcante, mas em equilíbrio com a fruta especialmente depois de um tempo em taça, além da mineralidade proveniente do tipo de solo do Douro. Evoluiu no decorrer da degustação.
Está muito bom agora, mas tenho a impressão de que deve melhorar ainda mais nos próximos 2-3 anos. Ficará mais macio e elegante. É ótimo companheiro para carnes e queijos.  
 
Detalhes da compra
Provei esse vinho numa degustação promovida pela representante da Mistral para a região de Uberlândia. Segundo informado por ela o vinho será vendido por R$128.
Saúde a todos!

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O vinho de nº 900 aqui no blog: Vertente Tinto Douro DOC 2009